<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762</id><updated>2012-01-13T02:29:02.701-12:00</updated><category term='opinião'/><category term='teatro'/><category term='pesquisa'/><title type='text'>Condições Normais de Temperatura e Pressão</title><subtitle type='html'>Reflexões sobre o Teatro feitas num ambiente totalmente laboratorial.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Alissandra Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05522131876366244505</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/207/4831207.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>41</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-1804700335706723193</id><published>2010-10-09T03:18:00.003-12:00</published><updated>2010-10-09T03:20:51.020-12:00</updated><title type='text'>Terraplanagem</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="border-collapse: collapse; font-family: verdana, sans-serif; font-size: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Depois de terremotos e demolições é hora de voltar ao terreno e erguer uma nova planta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-collapse: collapse; font-family: verdana, sans-serif; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Arquiteta-se uma construção reforçada, capaz de suportar os “danos naturais” aos quais estão sujeitos os edifícios construídos nesta região, mas que ao mesmo tempo não seja blindada e possa interagir, talvez até mesmo reagir, aos estímulos das intempéries “ambientais”.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Porém, antes de tudo, é preciso limpar o terreno e terraplaná-lo, pois não podemos erguer um empreendimento seguro sobre os destroços de um empreendimento que ruiu. É hora da autocrítica.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-collapse: collapse; font-family: verdana, sans-serif; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-collapse: collapse; font-family: verdana, sans-serif; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;O ator é antes de tudo uma pessoa dotada de complexidade psicológica e, portanto, não pode ser visto apenas como executor de idéias teatrais. É necessário entendê-lo, conhecer seus medos e desejos, para desta forma melhor orientá-lo para sua função teatral. O ator deve ser estimulado a pensar a expressão de sua arte. O ator não pode ser apenas replicador de padrões pré-programados, um autômato, pois desta forma a tendência é que seu trabalho entre em uma espiral entrópica. Portanto faz-se fundamental que o ator saiba o porquê está lá, em cada ensaio, em cada apresentação.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-collapse: collapse; font-family: verdana, sans-serif; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Cabe ao diretor coordenar os “porquês” de cada ator e colocá-los a serviço do “porquê” da encenação. O diretor, respeitando a complexidade individual do ator, não pode também negligenciar as relações interpessoais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-collapse: collapse; font-family: verdana, sans-serif; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-collapse: collapse; font-family: verdana, sans-serif; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Os objetivos devem ser claros para toda a equipe. São necessárias metas, níveis de conquistas, níveis de recompensas. É preciso “amarrar” um caminho para manter todos motivados durante a caminhada. É trabalho de produção, mas é também parte do trabalho do diretor. Ter um calendário de evolução artística é dever do diretor. Ter um calendário de exposição de conquistas é tarefa da produção. Objetivos, passo-a-passo, devem ser plantados durante a concepção do trabalho. A confecção de figurino e cenário, a afinação técnica de luz e som, o equilíbrio cênico, são metas artísticas passiveis de “calendarização” que criam sensação de segurança e progressão. Uma leitura dramática, um ensaio aberto, uma pré-estréia, a estréia, são objetivos claros que determinam prazos e concentram esforços. Metas comuns criam unidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-collapse: collapse; font-family: verdana, sans-serif; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif;"&gt;Determinação de objetivos e valorização da relação com o ator, são apenas dois pontos de uma estrutura muito mais complexa, porém são os pontos nos quais considero ser importante não errar novamente. Estes pontos são a minha sujeira, os entulhos que restaram do edifício anterior e, portanto, é o quê eu desejo limpar para tornar o terreno plano e fértil.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-1804700335706723193?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/1804700335706723193/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=1804700335706723193&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/1804700335706723193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/1804700335706723193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2010/10/terraplanagem.html' title='Terraplanagem'/><author><name>Johnny Kagyn</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AQk4Eyj3N9I/TakJNSU62AI/AAAAAAAAAvY/JudPO_grP9k/s220/IMG_0033.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-2540227459106994810</id><published>2010-08-28T10:15:00.001-12:00</published><updated>2010-08-28T10:17:29.984-12:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='opinião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teatro'/><title type='text'>Voltando a pensar “um” teatro</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Este artigo é apenas um pensar em voz alta. Não estou, neste artigo, criando conceitos para uso de outrem, mas sim recapitulando o que é teatro, e qual a função de cada um no teatro, para uso próprio. Este artigo é apenas o meu mapa, que desenho em linhas pouco precisas, quase que uma anotação em um diário pessoal.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu estive longe, quis manter distância, e sei que quase nada mudou. O teatro está lá, seu edifício (ás vezes imponente e muitas vezes precário), seus atores, diretores, dramaturgos, cenógrafos, iluminadores, contra-regras (todos ás vezes geniais e muitas vezes ordinários).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas que teatro é este que ainda “está lá”? Estão lá as modas, como resistir ao talento de uma ótima geração de comediantes de stand-up?, as companhias acomodadas em suas fórmulas de sucesso, os repetitivos “experimentalistas”, o teatrão burguês capitaneado por estrelas da tv, os musicais que não são daqui, as comédias de sempre e um ou outro “original grito” abafado e sem audiência (grito que pode surgir de qualquer uma das categorias listadas).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E quem é este que quer voltar? Tenho medo de me encaixar na categoria de repetitivo “experimentalista”, tenho ojeriza ao teatrão burguês, poderia até mesmo dizer que tenho alergia ao palco italiano, quero gritar de forma autônoma, mas sei que ainda tenho muito para aprender e experimentar. Até este ponto não constam grandes diferenças entre “o que foi” e “aquele que volta”. A diferença entre outrora e agora é que não sou mais aquele que respirava apenas teatro desde seus 13 ou 14 anos, nos últimos 3 ou 4 anos (mais exatamente desde que terminou a temporada de “Indispensável exercício sobre o nada”, onde anunciei para o ator Geovane Fermac que iria viver a vida real) experimentei ser um qualquer, vivendo a vida com suas dificuldades e conveniências.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Definitivamente não sou o mesmo e isso vai afetar a minha nova/velha maneira de pensar teatro, a vida real me contaminou. Feita a devida contextualização voltemos ao pensar um teatro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para começar tenho que pensar no lugar do ator, e com certeza em teatro este deve ocupar o lugar central, mas o lugar central não deve ser ocupado “de qualquer forma” ou “por qualquer motivo”. O lugar do ator é sagrado, portanto não cabe neste lugar o ator meio-termo tão em voga. O lugar central do teatro deve ser preenchido pelo ator santo, ou ator mártir, que é aquele que está por completo em cena, não à toa ou simplesmente por estar, mas porque tem que comunicar algo. O ator não deve se contentar em ser apenas instrumento para as idéias de outros, ao contrário, deve apropriar-se destas idéias e personificá-las, o ator deve ser a idéia em cena.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora, vício de origem, quero pensar sobre o lugar do dramaturgo/autor. O dramaturgo é mais um técnico do teatro, assim como o operador de luz, o contra-regra etc., porém quando acumula também a função de autor (o que é corrente, pouco usual é dramaturgo desempenhado apenas seu papel técnico) sua responsabilidade cresce. O dramaturgo/autor tem a responsabilidade de emitir idéias, sejam elas originárias de onde for e destinatárias “do que quer que” seja. Ao autor/dramaturgo cabe pensar de forma completa, sugerir a forma empenhando-se no conteúdo. Um pensador simplista, preguiçoso e superficial, por melhor dramaturgo que possa ser, criará teatro superficial e estéril. A função do dramaturgo/autor é fazer pensar, e para tal seu nível de empenho não pode se limitar ao corrente e lugar-comum.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por último, mas não com menor importância, quero pensar o papel do diretor. O diretor é um protagonista recente nisto a que chamam de teatro, e chegando tão tarde à trama sua função não é criar essência, mas sim organizar o enredo para uma melhor compreensão. O diretor muitas vezes deve corrigir o dramaturgo (o técnico!), mas erra quando quer corrigir o autor. O diretor deve, sempre, orientar e corrigir (coisas distintas) o ator, mas erra quando quer atuar através do ator. O diretor acerta quando toma para si a criação de um conceito estético que sintetize iluminação, cenário, mise-en-scène e dramaturgia, mas erra quando se concentra em apenas um dos pontos ou ainda quando deixa elementos dispersos. Em resumo a função do diretor é a de criar um conceito estético e coordenar as demais áreas da confecção teatral.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Pensando o meu teatro, um rascunho.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Teatro de proximidade, onde ator/dramaturgo/diretor e platéia comuniquem-se sentimentalmente e debatam ideologicamente. Tudo parte de uma idéia, são fundamentais as sensações. O ator não é um replicante, mas sim um debatedor. O ator é santo, mas não é sagrada a sua morada. Todos os lugares estão aptos ao teatro. Teatro é para dois e para dois mil. Não se afirmam verdades, debatem-se idéias, caminhos... Um teatro reticente. Um teatro ávido pelo complemento de suas camadas ocas. Um teatro que é meu apenas quando já não me pertence.&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-2540227459106994810?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/2540227459106994810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=2540227459106994810&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/2540227459106994810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/2540227459106994810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2010/08/voltando-pensar-um-teatro.html' title='Voltando a pensar “um” teatro'/><author><name>Johnny Kagyn</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AQk4Eyj3N9I/TakJNSU62AI/AAAAAAAAAvY/JudPO_grP9k/s220/IMG_0033.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-8678203968843588377</id><published>2010-08-26T13:04:00.002-12:00</published><updated>2010-08-26T13:22:47.912-12:00</updated><title type='text'>Ecos opacos de um futuro quase brilhante</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px; "&gt;&lt;p style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-size: 13px; "&gt;&lt;b&gt;Hoje o senhor Johnny Kagyn me fez ler algo que eu escrevi há tempos. Um post antigo, nesse mesmo blog onde ele questiona "O que é ser Dramaturgo?" E eu, no mais ingênuo lirismo devolvi metáforas que nem de longe saciam a sede de quem sempre se questiona e sempre vai se debater nos quartos escuros do que é entender a si mesmo, nos úmidos e obscuros subsolos, nas sombras do que achamos que somos. Eu disse: &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-size: 13px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: 'Trebuchet MS', Verdana, Arial, sans-serif; line-height: 18px; "&gt;&lt;b&gt;"É um olhar para dentro de si mesmo e trazer a tona através de meias palavras e imagens inteiras, ecos de intermináveis conversas e memórias e planos futuros, mil futuros possíveis."&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-size: 13px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: 'Trebuchet MS', Verdana, Arial, sans-serif; line-height: 18px; "&gt;&lt;b&gt;Então eu olhei pra dentro de mim, ouvi ecos opacos de um futuro quase brilhante. Chorei, me arrependi de ter chorado em frente a dramaturga sedenta de espaço e sentei-me, a sua frente, pra ter uma conversinha séria com ela. E o que ela me disse em resposta a tanto silêncio e indiferença da minha parte foi isso: &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-size: 13px; "&gt;&lt;b&gt;Tristesse&lt;br /&gt;(Milton Nascimento)&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-size: 13px; "&gt;&lt;b&gt;Como você pode pedir&lt;br /&gt;Pra eu falar do nosso amor&lt;br /&gt;Que foi tão forte e ainda é&lt;br /&gt;Mas cada um se foi&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-size: 13px; "&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Quanta saudade brilha em mim&lt;br /&gt;Se cada sonho é seu&lt;br /&gt;Virou história em sua vida&lt;br /&gt;Mas prá mim não morreu&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-size: 13px; "&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Lembra, lembra, lembra, cada instante que passou&lt;br /&gt;De cada perigo, da audácia do temor&lt;br /&gt;Que sobrevivemos que cobrimos de emoção&lt;br /&gt;Volta a pensar então...&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-size: 13px; "&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Sinto, penso, espero, fico tenso toda vez&lt;br /&gt;Que nos encontramos, nos olhamos sem viver&lt;br /&gt;Pára de fingir que não sou parte do seu mundo&lt;br /&gt;Volta a pensar então...&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); font-size: 13px; "&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Como você pode pedir...&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-8678203968843588377?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/8678203968843588377/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=8678203968843588377&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/8678203968843588377'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/8678203968843588377'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2010/08/ecos-opacos-de-um-futuro-quase.html' title='Ecos opacos de um futuro quase brilhante'/><author><name>Alissandra Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05522131876366244505</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/207/4831207.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-2359055931052670109</id><published>2007-03-06T10:52:00.000-12:00</published><updated>2007-03-06T01:53:37.352-12:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pesquisa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='opinião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teatro'/><title type='text'>Série Pesquisar é a alma do negócio!</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Estou sem a menor idéia do que o público, especialmente aqui na capital está procurando quando abre o jornal para escolher sua dose de cultura.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;A partir deste mês, disponibilizaremos uma pesquisa de opinião por semana.  &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Para respondê-las,  basta escolher a melhor alternativa e postar. Caso queira fazer algum comentário adicional à sua resposta, fique à vontade!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O que te faz ir ao teatro?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;a-) Ator/Atriz / Diretor famoso na peça&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;b-) Algum amigo seu na peça&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;c-) Texto conhecido&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;d-) Ingresso em promoção/gratuito&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;e-) Critica positiva nos meios de divulgação&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-2359055931052670109?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/2359055931052670109/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=2359055931052670109&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/2359055931052670109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/2359055931052670109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2007/03/srie-pesquisar-alma-do-negcio.html' title='Série Pesquisar é a alma do negócio!'/><author><name>Alissandra Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05522131876366244505</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/207/4831207.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-115807683872438382</id><published>2006-09-12T12:48:00.000-12:00</published><updated>2006-09-12T04:00:38.760-12:00</updated><title type='text'>Deve ser intelectual metida a besta!</title><content type='html'>Nesta semana ocorreu algo um tanto inusitado. Bem, além da suspensão da peça que eu estava dirigindo, me fazendo pensar que está cada vez mais injusta a briga entre a preguiça e o teatro... outra coisa semelhante aconteceu.&lt;br /&gt;Na escola de idiomas em que eu trabalho, uma professora criou um exercício muito bacana sobre objetos e seus donos, estimulando os alunos a descobrir mais sobre os professores da escola. Então ela pediu um objeto pessoal de cada professor e levou para sala de aula fazendo perguntas do tipo: O dono deste objeto, é homem ou mulher? Do que essa pessoa gosta? Quais são seus hábitos diários? E assim vai... Terminada a aula, ela voltou a sala dos professores com as seguintes opiniões: Professora X, por seu objeto, um batom, os alunos dissera que você deveria ser muito vaidosa, bem feminina e bonita. Professor Y, por seu objeto, um cd de rock, os alunos disseram que você deveria ser jovem, alegre, cheio de opiniões sobre as coisas do mundo. Professora ALISSANDRA, por seu objeto, um guia da programação cultural da cidade, os alunos disseram que só poderia ser um intelectual metido a besta! Sabe, daqueles que andam com livros embaixo do braço mas que não lê nenhum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uau! Todos riram, mas no fundo alguns ficaram chocados, como eu. Quer dizer que agora, aproveitar meu tempo, meu salário ( agora que eu tenho um decente ) e minha saúde pra aprender coisas, ver coisas interessantes e me divertir com teatro é coisa de intectual metido a besta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então minhas consideraçoes sobre a batalha Preguiça X Ir ao Teatro mudou um pouco de sentido. Será que as pessoas não frequentam mais as 200 peças em cartaz em São Paulo, por preguiça de sair de casa, ou porque o teatro ficou tão inatingível em sua função e sentido, que ficou algo obsoleto e reservados a pequenos guetos, chamados agora de Intelectuais Metidos a Besta?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-115807683872438382?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/115807683872438382/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=115807683872438382&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/115807683872438382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/115807683872438382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/09/deve-ser-intelectual-metida-besta.html' title='Deve ser intelectual metida a besta!'/><author><name>Alissandra Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05522131876366244505</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/207/4831207.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-115782797491711857</id><published>2006-09-09T06:52:00.000-12:00</published><updated>2006-09-09T06:52:54.933-12:00</updated><title type='text'>A peça foi cancelada</title><content type='html'>&lt;h3 class="post-title"&gt;      Sonho de Louco        &lt;/h3&gt;                          &lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Como dói mergulhar no mundo fragmentado, esplodido e ensanguentado de um Louco e Ainda ser capaz de entender cada vírgula, cada pausa, cada gemido de dor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Tudo começou quando li, não a Li me chamou e disse: Se quiser fazer teatro, é só me falar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Perdida no tempo, gorda, cansada, rouca eu fui. Conheci o Louco e aí sim que tudo começou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Não acreditava Ainda na volta, mas lia e brincava de ser verdade. Não tinha entendido Ainda tudo, claro, encadeado, mas suava os desejos de um Louco, por ele, por ela (O Louco e sua mulher, não a musa)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Faltava Ainda a viabilidade. Uma festa frustrante nos embebedou a todos e dissemos que Ainda era possível fazer a vontade do Louco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Depois daquilo um recomeço, sem madeira nem papel e tinta, sem roupas nem sapatos. Ajuda Ainda não tinha, mas a voz já soava alta e os jogos do Louco eram mais nítidos pra mim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Veio a ajuda, outras tantas ajudas foram pagas que generosidade tem seu preço, sempre. E a imagem do Louco ficou pronta. Fora do lugar, Ainda isso, como levar o sonho do Louco pro lugar que era certo? (Errado, lugar errado, que seja, porra!!!!) E mais generosidade paga em prestações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Chegou, é aqui, mas não era assim que a gente tinha sonhado! No papel, assinado pelo Louco, empenhando seu nome e salários que não tinha, não estava escrito que tinha que ser como foi sonhado. – “Fodam-se vocês todos! Que pra fazer pêça, tem que investir... hahahaha”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;E o Louco e seu sonho deram as caras a primeira vez &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-family: verdana;"&gt;(Chama-se estréia, bom que se diga)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;. Uma bosta, erros, escuro, cigarro apagado na única hora que devia não estar, vinho derramado, outro esquecido e Ainda a televisão que não devia estar, mas estava, devia ser lembrada e não foi (Erro meu porra! Também quem manda o Louco me deixar sozinha pra fazer e desfazer todo seu sonho depois de tanto tempo longe?) Ah... esqueci, não de falar desta vez, esqueci de dizer agora que Ainda perdi a cabeça pra fora da luz (Perdoa essa atriz que nunca esteve em foco, por não saber que pra ter cabeça tem que ter luz, perdoa vai, ensina...)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;E o primeiro delírio do Louco aconteceu diante duns olhos amigos, medrosos das nossas cagadas, mas muito entusiasmados de ver a brincadeira.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Até um par de olhos viu mais do que o Louco escreveu e quis chegar mais perto, pediu e-mail e hoje olha de pertinho, ora vejam! Obrigada, Louco, tenho que te agradecer muito por isso!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Mas o lugar que era errado espantou, confundiu, deu preguiça e ninguém mais viu a gente brincar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Agora sobrou um último tanto de generosidade pra gente pagar. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Ainda podemos tentar de novo... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Ainda vamos fazer bonito... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Ainda acreditamos nesse jogo... Nem todos, né.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;E eu vi o Louco chorar de dor, por uma página branca que um dia ele teve coragem de riscar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;(Te amo Claudio, culpa da Li)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-115782797491711857?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/115782797491711857/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=115782797491711857&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/115782797491711857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/115782797491711857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/09/pea-foi-cancelada.html' title='A peça foi cancelada'/><author><name>Márcia Nestardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16724676710801705750</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_jC_VzWLPoEU/Sk7GQul90tI/AAAAAAAAAGE/JY1pOz5AFBw/S220/fotosorrindomenorzinha.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-115642859124702417</id><published>2006-08-24T01:54:00.000-12:00</published><updated>2006-08-24T02:16:34.190-12:00</updated><title type='text'>SuperNova Coletivo de Dramaturgos em Cartaz!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4471/2289/1600/cartaz%20da%20Cria????o.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4471/2289/320/cartaz%20da%20Cria%3F%3F%3F%3Fo.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4471/2289/1600/cartaz%20da%20Cria????o.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4471/2289/1600/cartaz%20da%20Cria????o22.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Estreou no último dia 19 de agosto, sábado, a peça teatral "Da Criaçãoda Cena".Esta é a primeira peça do SuperNova Coletivo de Dramaturgos a ir a público.O SuperNova Coletivo de Dramaturgos é um grupo de estudos dramatúrgicos,que depois de um ano de estudos apresenta agora seu primeiro trabalho.Abaixo segue o serviço da peça, o flyer que dá desconto de 50% no ingresso está em &lt;a href="http://criacaodacena.blogspot.com/" target="_blank"&gt;http://criacaodacena.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Conto com a presença de vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Título: Da Criação da Cena&lt;br /&gt;Autor: Claudio Rosa&lt;br /&gt;Direção: Alissandra Rocha&lt;br /&gt;Elenco: Evando Lustosa; Fernanda Sanches; Geovane Fermac; Márcia Nestardo.&lt;br /&gt;Gênero: Comédia&lt;br /&gt;Duração: 50 minutos&lt;br /&gt;Classificação: 14 anos&lt;br /&gt;Sinopse: A partir da distração do dramaturgo com um comercial de TV, personagens de sua peça se rebelam e expõem todo o pensamento do dramaturgo no momento da criação de suaobra.&lt;br /&gt;Local: Teatro Julia Bergmann&lt;br /&gt;Rua Cruzeiro, 256 - Barra Funda &gt; Tel. (11) 3392 4240&lt;br /&gt;Sábado ás 19h00mins e Domingos ás 18h00mins&lt;br /&gt;Ingressos: R$ 16,00 R$ 8,00 (meia entrada)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRODUÇÃO &gt; SuperNova Coletivo de Dramaturgos &gt; Telefones: 11 3242-7049/ 11 92849393 / / 11 9125-7264 &gt; E-mail: &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="mailto:producaosn@gmail.com"&gt;producaosn@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-115642859124702417?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/115642859124702417/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=115642859124702417&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/115642859124702417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/115642859124702417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/08/supernova-coletivo-de-dramaturgos-em.html' title='SuperNova Coletivo de Dramaturgos em Cartaz!'/><author><name>Claudio Rosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18266899550782177045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-RZgEVcsIaXE/TY4dKEgxpEI/AAAAAAAAAbw/q9pXkUTEzA4/s220/SUNP0071.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-115234326159190550</id><published>2006-07-07T19:13:00.000-12:00</published><updated>2006-07-08T04:14:46.153-12:00</updated><title type='text'>A proposta de Jerzy Grotowski</title><content type='html'>&lt;blockquote style="font-style: italic;"&gt;Segue abaixo a reprodução do capítulo dedicado a Jerzy Grotowski no livro “A aprendizagem do ator” de autoria de Antonio Januzelli Janô. Excluindo radicalismos a que os princípios de Grotowski possam levar, esta é a proposta teatral em que acredito.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ALGUNS PRINCÍPIOS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grotowski advoga o ator “santo” - aquele indivíduo que se engaja a na investigação de si mesmo para se tornar um criador. Esse engajamento exige dele a destruição de todos os estereótipos, até aflorar sua verdade pura. Para Grotowski, o teatro tem certas leis objetivas, e a sua realização só é possível quando respeitadas essas leis. O grande trunfo do teatro é ser um ato gerado pelo contato entre pessoas, o que o configura como um evento também biológico. A realidade do teatro é instantânea, no aqui-e-agora, e executada no próprio organismo do ator frente ao espectador, condições essas que fazem tal arte impossível de ser reduzida a meras fórmulas. A relação do ator com o espectador no teatro de Grotowski torna-se&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;uma relação física, ou melhor, fisiológica, no qual o choque dos olhares, a respiração, o suor [...] terão participação ativa. &lt;/blockquote&gt;Do ator é exigido o desenvolvimento de uma anatomia especial, resultante da eliminação de toda resistência do corpo e qualquer impulso psíquico. O ato da criação teatral para o mestre polonês nada tem a ver com o conforto externo ou com a civilidade humana convencional, mas com o instinto despertando e escolhendo espontaneamente os instrumentos de sua transformação, numa luta do ator contra os seus bloqueios, atrofiamentos e condicionamentos. O que terá importância nesse processo é a operação de um trabalho interior intenso, pois o teatro só tem significado se o homem puder experimentar o que é real e, “tendo já desistido de todas as fugas e fingimentos do cotidiano, num estado de completo e desvelado abandono”, descobrir-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desejo de Grotowski é liberar as fontes criativas do homem, reconstituindo-lhe “a totalidade  da personalidade carnal psíquica”. Nessa caminhada, o papel será um instrumento para o ator fazer uma incisão em si mesmo, investigando tudo o que está oculto em sua personalidade. A moralidade nessa etapa significa expressar a verdade inteira, não esconder o que for básico, não importando se o material é moral ou imoral, pois a primeira obrigação do artista é expressar-se através de seus próprios motivos pessoais e correr riscos, pois não se podem repetir sempre os mesmos caminhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A chave mestra desse processo é o reconhecimento do material vivo, constituído pelas associações e recordações do ator, que deverá reconhecê-las não pelo pensamento, que impõe soluções já conhecidas, mas através dos seus impulsos corporais, tornando-se consciente deles, para dominá-los e organiza-los; com o tempo, ele sentirá que o seu corpo começa a reagir totalmente, que não oferece mais resistências, que seus impulsos estão livres... mas nessa experiência é necessário galgar “degrau por degrau, sem falsidade, sem fazer imitações, sempre com toda personalidade, com todo o corpo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O MÉTODO DA SUBTRAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 255);"&gt; A via negativa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;“O processo criativo consiste [...] em não apenas nos revelarmos, mas na estruturação do que é revelado”.&lt;/blockquote&gt;O que Grotowski chama de “método” é exatamente o oposto de “prescrições” – o ator aprender por ele mesmo suas limitações e bloqueios e a maneira de supera-los; algo o estimula e ele reage, mas as reações não devem ser procuradas, só valerão se forem espontâneas. Para Grotowski todo método que não se abre no sentido do desconhecido é um mau método, e que todos os exercícios que constituem uma resposta à pergunta&lt;br /&gt;Como se pode fazer isso? devem ser abolidos. O processo que ele propõe é o da “via negativa”: O que é que eu não devo fazer? Com uma adaptação pessoal dos exercícios devem-se encontrar soluções para eliminação dos obstáculos, que variam de um indivíduo a outro; sempre são sugeridos ao ator exercícios que induzam a uma mobilização psicofísica, objetivando eliminar tudo que seja seja fonte de distúrbios à suas reações. É imprescindível que ele tenha condições de trabalhar em segurança, que sinta que pode fazer tudo, que será compreendido e respeitado por seus companheiros. “Não se lhes inculca um saber fazer. Eles precisam encontrar um saber ser”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deve ser claramente estabelecido para cada ator aquilo que:&lt;br /&gt;¬ bloqueia suas associações íntimas e ocasiona sua falta de decisão;&lt;br /&gt;¬ descoordena sua expressão e disciplina;&lt;br /&gt;¬ o impede de experimentar o sentimento de sua própria liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum exercício deve ser feito superficialmente; eles são elaborados pelos atores e adotados de outros sistemas, estabelecendo-se nomes para cada um a partir de idéias e associações pessoais, devendo o ator justificar cada detalhe do treinamento com uma imagem precisa – real ou imaginária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os exercícios servem para a pesquisa, e não como mera repetição, e devem ser realizados dinamicamente através da busca de contatos concretos – a recepção de um estímulo do exterior e a reação a ele, com todo o corpo participando da ação. É regra essencial que tudo venha do corpo e através dele, devendo existir uma reação física a cada coisa que afeta o ator, que deve banir todas as formalidades do seu comportamento, erradicando tudo o que não harmonize com seus impulsos, respeitando integralmente o processo natural fisiológico, que nunca deverá ser restringido por sistemas ou teorias impostos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É necessário o ator fazer um exame geral diário de tudo o que se relaciona com seu corpo e sua voz, e tudo o que for realizado&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;deve ser sem pressa, mas com grande coragem [...] com toda a consciência, dinamicamente, como resultado de impulsos definitivos.&lt;/blockquote&gt;Para que tudo atinja um resultado, a espontaneidade e a disciplina são aspectos básicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O AUTODESVENDAMENTO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o ato baseado num esforço de total sinceridade, exigindo do ator renúncia “a todas as máscaras, mesmo as mais íntimas e necessárias ao equilíbrio psíquico”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse ato de desvendamento do ator se processa através do encontro consigo mesmo, por meio de um extremo confronto consigo mesmo, disciplinado e preciso, quando o diretor se torna um guia que o ajuda a resolver as dificuldades que possa encontrar e a vencer as inibições e condicionamentos.  Nesse processo as ações devem absorver toda a personalidade do ator, desencadeando reações de sua parte que lhe permitam&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;revelar cada um dos esconderijos de sua personalidade, desde a fonte instintivo-biológica através do canal da consciência e do pensamento até aquele ápice tão difícil de definir e onde tudo se transforma em unidade.&lt;/blockquote&gt;Muitas vezes é preciso estar totalmente exausto para quebrar as resistências da mente e banir as formalidades físicas do comportamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;Contatos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O ator deve reagir para o exterior, em contato o tempo todo com o espaço que existe em sua volta, com as coisas e pessoas, procurando usar sempre as próprias experiências, reais, especificas, intimas, penetrando no estudo profundo da reações e impulsos do seu corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Associações&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;São o retorno de uma recordação exata, que emerge não só da mente mas de todo corpo; o ator deve relacionar as ações concretas com uma lembrança, pois as recordações são sempre reações físicas: foi a pele que não esqueceu, foram os olhos que fixaram, os ouvidos que gravaram. Elas não são simples pensamentos, por isso não podem ser calculadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;Do silêncio&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O silêncio é algo difícil do ponto de vista prático, mas é de absoluta necessidade no trabalho do ator. Ele gera a passividade criadora – o ator deve começar não fazendo nada, silencio total; isso inclui até seus pensamentos, pois é necessário que o processo o possua. Nesses momentos, o ator deve permanecer internamente passivo, mas extremamente ativo; são reações que desimpedirão as suas possibilidades naturais e integrais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);"&gt;Vá para o subsolo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Grotowski, Jerzy. Em busca de um teatro pobre. Editora Civilização Brasileira.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Obra composta de uma série de artigos, entrevistas e comentários de encenação abordando a filosofia e a prática do trabalho do teatrólogo polonês. Em dois dos capítulos são expostos os exercícios desenvolvidos no seu método de treinamento do ator.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-115234326159190550?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/115234326159190550/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=115234326159190550&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/115234326159190550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/115234326159190550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/07/proposta-de-jerzy-grotowski.html' title='A proposta de Jerzy Grotowski'/><author><name>Johnny Kagyn</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AQk4Eyj3N9I/TakJNSU62AI/AAAAAAAAAvY/JudPO_grP9k/s220/IMG_0033.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-115211332344205638</id><published>2006-07-05T03:06:00.000-12:00</published><updated>2006-07-06T01:07:57.316-12:00</updated><title type='text'>Se vença</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4471/2289/1600/butoh2.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4471/2289/320/butoh2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;Cheguei, perguntei onde era a sala, e fui para lá, dei de cara com a instrutora do workshop, a mesma que havia realizado o espetáculo que vira na noite anterior, ainda faltavam vinte minutos para o inicio do workshop, após o cumprimento tímido de ambas as partes quedei me na porta da sala aguardando.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;Passados alguns minutos ela retornou e entrou na sala, ainda não era a hora de entrar e de repente era, então entrei junto com as poucas pessoas que lá estavam comigo, pois bem logo que entrei vi a moça se aquecendo e os que entraram comigo começando a tirar os sapatos, alguns tiraram as meias também. Fiquei quieto, sentei em posição de meditação, não sabia se tirava o sapato ou se me tirava de lá. Olhei mais algumas vezes para os lados e todos já estavam descalçados e com roupas mais leves e se aquecendo, resolvi mudar de posição, estiquei a perna como que me aquecia ( ainda sem tirar os sapatos), me senti um pouco melhor, estiquei a outra e assim comecei a me sentir mais a vontade, percebi que estava incomodando com os sapatos, não sei era eu que me incomodava ou se incomodava os outros, de qualquer forma saquei os meus sapatos.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;Disse que não estava acostumado a trabalhar o corpo, o meu corpo.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;Me estenderam os olhares, depois a mão.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;Passamos de repente a nos aquecer em dupla, era tudo novo descoberta em cada movimento de músculos, respeito mútuo, me integrei, me entreguei, me esforcei mais.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;Trabalhamos juntos.Pediram-me o limite, doei o que não tinha, fui parabenizado pelo meu esforço e pelo olhar de quem trabalhou comigo.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;O meu corpo já doia quando terminei os exercícios, respirava ofegante de cansaço e alegria.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;Não entendi tudo, porque era para entender um centésimo de milésimo apenas, do que é o Butoh &lt;a href="http://www.butoh.com.br/taxon/dancabutoh.html"&gt;http://www.butoh.com.br/taxon/dancabutoh.html&lt;/a&gt; , mas este centésimo entendi que precisa de dedicação, respeito para conseguir trabalhar com esta expressão de arte.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;Consegui fazer isso como dramaturgo, deixei a emoção e a curiosidade vencer – me para ir um passo adiante em meu trabalho, todo conhecimento é válido. E mais um caminho se abriu, em meio a muitos que foram abertos e eu ainda nem sei depois disto.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-115211332344205638?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/115211332344205638/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=115211332344205638&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/115211332344205638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/115211332344205638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/07/se-vena.html' title='Se vença'/><author><name>Claudio Rosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18266899550782177045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-RZgEVcsIaXE/TY4dKEgxpEI/AAAAAAAAAbw/q9pXkUTEzA4/s220/SUNP0071.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114968576982980913</id><published>2006-06-07T10:10:00.000-12:00</published><updated>2006-06-07T01:09:32.636-12:00</updated><title type='text'>Meyerhold e a Grande Descoberta</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4930/2328/1600/meyerhold_vsevolod.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4930/2328/320/meyerhold_vsevolod.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4930/2328/1600/meyerhold_vsevolod.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segunda-feira (05/06/06) fui à exibição do video &lt;em&gt;"Meyerhold e a Biomecânica",&lt;/em&gt; no Teatro Fábrica, aqui em São Paulo. O evento contou com a exibição deste video onde continham os principais estudos de Meyerhold apresentados de forma didática e bem ilustrados pelo mestre Gennadi Bogdanov, diretor do Instituto Meyerhold de Moscou, além de trechos do espetáculo "O Inspetor Geral" de Gogol, onde Meyerhold dirigiu segundo os estudos de sua Biomecânica. O evento contou também com os comentários de Kátia Cípris, brasileira residente em Berlim, que trabalha há 3 anos com Gennadi.&lt;br /&gt;Eu havia participado no ano de 2002 de um seminário sobre Biomecânica ministrado pela conhecedora no assunto Maria Thaís, hoje professora na ECA-USP, porém não havia entendido a real necessidade da Biomecânica. Até que vi, neste famigirado video, o próprio Meyerhold, vestido de bufão, paramentado com meia-máscara, num monólogo delicioso ( em russo ) com sua partitura corporal belíssima e limpa. Não via os estudos em cena, vi o que se faz com os estudos, o que se põe em prática depois de ter absorvido os exercícios de repetição.&lt;br /&gt;Acredito que aqui cabe uma pequena explicação do que se trata Biomecânica, certo? Em linhas gerais, e bem resumidamente - porque eu quero que você sozinho vá procurar a profundidade do assunto - a Biomecânica consiste em 16 estudos de movimento, todos entitulados com a ação a ser reproduzida, por exemplo: Golpe com Adaga, Atirando a Pedra, Disparando o Arco, Soltando o Peso. Nestes exercícios há uma sequência lógica de ações, onde o ator toma consciência do seu corpo no espaço, e da importância de estar totalmente presente na ação.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AÇÃO&lt;/strong&gt;. Chegamos ao ponto da Biomecânica e no centro de tudo. Lee Strasberg disse certa vez aos alunos de Meyerhold: "Mas o mestre de vocês não quer atores que sintam emoções? Ele quer apenas papagios que repetem formas?" E um dos atores respondeu: "Ele nos ensinou através da ação alcançar a devida emoção, mas até agora ele nos ensinou apenas a primeira parte, a Ação. Depois vem a segunda lição." Mas, Meyerhold morreu antes disso.&lt;br /&gt;Aqui também serve outra breve explicação: Meyerhold morreu em 1940. Fuzilado. Na Rússia. Por Stalin. Acusado. Do que? Baseando-nos  nessa frase de Meyerhold acho que conseguimos entender o que grandes descobertas causam nos seus tempos: "Se quero um novo teatro, tenho que ter novos homens. Atores Revolucionários!" &lt;br /&gt;Para saber mais: &lt;a href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=2028458"&gt;A Biomecânica de Meyerhold (ORKUT)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;CONRADO, Aldomar. &lt;em&gt;O teatro de Meyerhold&lt;/em&gt;. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1969.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:alissandrarocha@gmail.com"&gt;alissandrarocha@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114968576982980913?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114968576982980913/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114968576982980913&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114968576982980913'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114968576982980913'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/06/meyerhold-e-grande-descoberta.html' title='Meyerhold e a Grande Descoberta'/><author><name>Alissandra Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05522131876366244505</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/207/4831207.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114926151732761061</id><published>2006-06-02T03:16:00.000-12:00</published><updated>2006-06-02T03:18:37.343-12:00</updated><title type='text'>A Arte e o Nada.</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;Teatro, música, arte e vida... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;Tem que ter muita coragem e paixão. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;Flertar com o vazio, onde mora o nada. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;Inventar que seja quente, úmido e acolhedor, o vazio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;Sentir o vazio com as mãos, criar contornos com os lábios. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;A necessidade de trair o nada põe nos olhos um desejo profundo de preenchimento e posse. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;É preciso fecundar a mente, gestar um outro mundo, parir o sonho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;Pra isso a dor da técnica, a fúria pela originalidade, a busca que não cessa, a repetição, repetição, repetição, repetição. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;Até que o gozo abale, dê arrepios, estremeça o mundo que parou pra ouvir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;Espasmos sagrados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;Pra fazer Arte tem que ser muito humano. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114926151732761061?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114926151732761061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114926151732761061&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114926151732761061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114926151732761061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/06/arte-e-o-nada.html' title='A Arte e o Nada.'/><author><name>Márcia Nestardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16724676710801705750</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_jC_VzWLPoEU/Sk7GQul90tI/AAAAAAAAAGE/JY1pOz5AFBw/S220/fotosorrindomenorzinha.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114851912420358349</id><published>2006-05-24T13:04:00.000-12:00</published><updated>2006-05-24T13:05:24.236-12:00</updated><title type='text'>Conhecimento empírico versus aprofundamento técnico</title><content type='html'>O homem pré-histórico sentia sede e então se dirigia ao rio, onde enfiava o rosto na água. Não era a melhor forma, pois enquanto estava com o rosto enfiado no rio, ele estava sujeito a toda espécie de predadores. Um dia o homem pré-histórico percebeu que poderia usar a mão para levar a água até a boca. Foi uma melhora, pois ele podia observar o ambiente e ficava um pouco menos vulnerável a predadores, porém para se satisfazer ele ficava um tempo maior à beira do rio devido a pouca quantidade de água que conseguia levar até a boca com uma mão. Ainda não era a melhor forma. Passado algum tempo ele percebeu que usando as duas mãos em forma de concha ele poderia levar mais água a boca, o que fazia com que ele ficasse menos tempo na beira do rio. Mesmo assim aquela ainda não era a melhor forma, pois durante algum tempo ele ficava com os braços totalmente ocupados e sem a possibilidade de se defender ou atacar possíveis predadores. Até que passado mais algum tempo – e quando digo tempo, pense em centenas ou até milhares de anos - ele percebeu que poderia reproduzir aquele formato de concha se utilizando dos recursos naturais disponíveis. Foi quando surgiu o primeiro copo. E daí em diante surgiu balde, a panela e uma infinidade de outros objetos que partem do mesmo principio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a historia da técnica de se fazer recipientes para beber água. Como se pode ver, ela foi se aperfeiçoando com o tempo, conforme a necessidade de quem a usou até chegar a um conceito quase imutável: o copo.&lt;br /&gt;Todas as técnicas da humanidade se desenvolvem assim, através de acertos e erros e do empilhamento de experiências que resultam em um aperfeiçoamento.&lt;br /&gt;Apegar-se ao saber empírico em detrimento do estudo e aprofundamento na técnica, me parece ser optar por começar enfiando a cara no rio.&lt;br /&gt;Muitos preferem o caminho empírico por considerarem a técnica uma prisão dogmática ou ainda uma forma de pensar conservadora que precisa ser “revolucionada”. Bem, a técnica não é um conjunto de leis imutáveis, é ao contrario dinâmica e está a todo o momento agregando e substituindo “modus” conforme as necessidades da época e do lugar. Veja como exemplo o prólogo, algo quase em desuso no teatro contemporâneo: Ele nasce no teatro grego e sobrevive intocado quase que por um milênio e meio. De repente, não mais que de repente, surge o teatro Elisabetano, com sua platéia que se assemelha ao que é hoje uma torcida de futebol (cheio de homens barulhentos, comendo e bebendo à vontade). É então que começa a derrocada do prólogo. As peças tinham que prender o público desde sua primeira cena, elas tinham que ganhar o respeito e simpatia do público logo cedo ou estavam fadadas a serem um outro tipo de diversão – sim, é nesta época que nascem as vaias e a famosa prática de jogar frutas e legumes nos artistas de baixa qualidade -. As famosas primeiras cenas de Shakespeare não são acidentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à questão "revolução "o que tenho a dizer é muito simples. Para revolucionar o copo você deve primeiro conhecer toda a sorte de técnicas que se tem para fazer um copo e como chegaram a tal ponto, pois senão correrá o sério risco de enfiar a cara no rio achando que inventou algo novo. O único exemplo de revolução na técnica dramaturgica que conheço chama-se “Teatro Épico” (embora outros nomes lhe sejam dados), e foi criado por Bertold Brecht, dramaturgo que estudou a fundo o sistema “tradicional”, para só então criar um novo sistema que servia a suas convicções e negava o “tradicional”.&lt;br /&gt;Portanto, nada impede que o copo seja revolucionado, mas antes procure conhecer a fundo toda a gama de copos já inventados para não correr o risco de achar que criou algo novo que na verdade já pode estar sendo usado a mais de 20 séculos. Conheça a técnica e então você será capaz de fazer o “seu” melhor copo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114851912420358349?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114851912420358349/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114851912420358349&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114851912420358349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114851912420358349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/05/conhecimento-emprico-versus.html' title='Conhecimento empírico versus aprofundamento técnico'/><author><name>Johnny Kagyn</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AQk4Eyj3N9I/TakJNSU62AI/AAAAAAAAAvY/JudPO_grP9k/s220/IMG_0033.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114740827088625069</id><published>2006-05-11T16:26:00.000-12:00</published><updated>2006-05-11T16:34:04.756-12:00</updated><title type='text'>Teatro de dramaturgo é o caminho para um teatro “com” dramaturgo?</title><content type='html'>Responda rápido. Era o teatro de Shakespeare um teatro de dramaturgo? Shakespeare escrevia as peças, dirigia os atores e também reservava para si alguma personagem. Logo era um teatro de dramaturgo, visto que tudo partia da dramaturgia. Ou não é bem assim? Como se sabe, Shakespeare antes de se tornar dramaturgo foi também ator. Mas talvez o que seja marcante para definir qual era o teatro de Shakespeare seja a convivência e aprendizado que teve com Christopher Marlowe, este sim “apenas” dramaturgo. Para findar esta introdução, afirmo que prefiro acreditar que o teatro de Shakespeare é o genial teatro total (ator, encenador, dramaturgo) de um homem só. Porém alerto que acredito que isto é para gênios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No século XX começa o reino dos encenadores. Em sua origem este reino advoga em prol do teatro total. O teatro americano, ainda hoje, é calcado numa estrutura que privilegia todas as etapas do fazer teatral desde a dramaturgia até a atuação. Porém, lá pelos anos de 1930 começa a surgir o teatro de encenador. O teatro de encenador tem como característica as experimentações estéticas em detrimento de uma dramaturgia estabelecida. No decorrer do século acaba por dominar a cena também o teatro de ator, teatro este que tem como característica as experimentações do ator em detrimento das experimentações estéticas de um diretor ou ainda das idéias de um dramaturgo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade não tenho nada contra o teatro de diretor ou o teatro de ator. Admiro vários representantes de ambos os teatros, tanto no Brasil quanto no mundo. Porém, o meu desejo enquanto artista teatral sempre foi o de executar um teatro total.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na atual cena teatral paulistana -não posso me comprometer com a cena nacional-, existem vários representantes do teatro de ator e do teatro de diretor (este é o que verdadeiramente domina a cena), temos também o teatro de grupo (teatro este que muita vezes trabalha no processo colaborativo) e agora recentemente foi inaugurado o teatro de dramaturgo, vide Cia. Dos Dramaturgos fundada em 2003/2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O SuperNova nasceu com a proposta de “teatro total”. Seria um teatro que começando pela dramaturgia passaria por todas as outras demandas. Em nosso primeiro trabalho foi feita a seleção de diretores e atores, todos eles alheios ao processo dramaturgico. Entretanto, uma grande dificuldade de homogeneização de proposta e enquadramento de filosofia foi encontrada. Existem problemas que advém do vicio cultural do teatro local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas vontades idealizadas pelo SuperNova mostraram-se de difícil execução prática. Ao menos nesta primeira empreitada a sorte do encontro (pessoa certa, momento certo) não nos abençoou.&lt;br /&gt;Acredito que repensar as vontades seja inevitável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas para finalizar, a minha questão é a seguinte. Devemos insistir na busca do teatro total, mesmo sabendo que este é de difícil execução devido a problemas culturais e de “sorte”, ou apostar nossos esforços no filão aberto pela Cia. Dos Dramaturgos, o teatro de dramaturgo? Será este teatro “de” dramaturgo o caminho para a real inclusão e absorção de dramaturgos e da dramaturgia pelo sistema cultural?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou realmente inclinado a pensar na segunda possibilidade. Entretanto pensando que esta possibilidade seja apenas uma etapa para a volta do “teatro total”, teatro este que considere todas as etapas, sem queimas funções.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114740827088625069?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114740827088625069/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114740827088625069&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114740827088625069'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114740827088625069'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/05/teatro-de-dramaturgo-o-caminho-para-um.html' title='Teatro de dramaturgo é o caminho para um teatro “com” dramaturgo?'/><author><name>Johnny Kagyn</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AQk4Eyj3N9I/TakJNSU62AI/AAAAAAAAAvY/JudPO_grP9k/s220/IMG_0033.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114668104556694987</id><published>2006-05-03T06:27:00.000-12:00</published><updated>2006-05-03T06:30:45.580-12:00</updated><title type='text'>Shakespeare e a impossibilidade do acordo em “O Mercador de Veneza”</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;Publicado originalmente no&lt;/span&gt;&lt;a style="color: rgb(255, 0, 0);" href="http://infinitoparticular.blogspot.com/2006/05/shakespeare-e-impossibilidade-do.html"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; blog Infinito Particular&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/3439/2050/1600/tmv.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3439/2050/320/tmv.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Na foto: Al Pacino, Jeremy Irons, Joseph Fiennes e Lynn Collins. Fonte: Divulgação do filme "O mercador de Veneza (2005)"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; A obra de Shakespeare é inquestionavelmente a que mais se aproxima da essência humana em seus temas. Ciúme, amor, preconceito, ambição, maldade e muitas outras características humanas são de forma magistral representadas na obra do dramaturgo inglês.&lt;br /&gt;Em “O Mercador de Veneza” Shakespeare aborda a “impossibilidade do acordo”. É afinal o ser humano capaz de honrar acima de todas as coisas seus acordos, seus contratos, suas leis?&lt;br /&gt;Sempre estamos achando caminhos à margem do acordo, justificáveis, porém não menos diferentes do plano original.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na prática podemos experimentar a mesma coisa quando tentamos formalizar um grupo de objetivos comuns. Com o decorrer do processo o grupo se dispersa ou acaba travando batalhas internas por interesses individuais (vide os partidos políticos, grupos musicais, etc.).&lt;br /&gt;A dificuldade de encontrar pessoas com objetivos comuns e capacidade de honrar a um acordo comum é enorme. Muitas vezes os objetivos iniciais e coletivos são comuns, porém depois de certo tempo, com o sucesso ou a elevação de nível pessoal e/ou coletivo, acabam por se tornar as metas pessoais distintas umas das outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em “O Mercador de Veneza” existem vários acordos a cumprir. O principal é entre o Mercador Judeu (espécie de empresário de empréstimos no séc. XVI) e o comerciante Veneziano, mas existem ainda os acordos entre a filha e o pai, a filha e o amante, entre o homem e seu deus e sua religião, entre os amigos, entre os recém casados... Enfim, no decorrer da peça vai-se ficando clara a impossibilidade de cumprir verdadeiramente um acordo. Sejam por brechas “legais” no acordo, acontecimentos de “força maior”, ou ainda “remorso”, todos os acordos não são “verdadeiramente executados como originalmente planejados”.&lt;br /&gt;É claro que com sua inteligência magistral Shakespeare nos mostra que é inútil levar tudo “a ferro e fogo”, e também nos deixa um alerta sobre a atenção às minúcias quando se fechar um acordo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na vida prática e real fica a minha impressão de que qualquer acordo depende da “sorte do encontro”. Encontrar a pessoa certa, com os objetivos certos no momento certo. Só assim se constroem trabalhos de longo prazo e com resultado sólido, seja em arte, seja em amor, seja em economia e política.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114668104556694987?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114668104556694987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114668104556694987&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114668104556694987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114668104556694987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/05/shakespeare-e-impossibilidade-do.html' title='Shakespeare e a impossibilidade do acordo em “O Mercador de Veneza”'/><author><name>Johnny Kagyn</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AQk4Eyj3N9I/TakJNSU62AI/AAAAAAAAAvY/JudPO_grP9k/s220/IMG_0033.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114532344676589657</id><published>2006-04-17T22:18:00.000-12:00</published><updated>2006-04-17T13:24:06.786-12:00</updated><title type='text'>O QUE É UM PONTINHO DESCALÇO, TREMENDO, NO CANTO DA PAREDE??</title><content type='html'>Se você disse que é um Ator morrendo de medo de se entregar ao aquecimento, acertou!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecemos pelo sabido. Ainda há no mundo pessoas que acham que os atores são seres totalmente desprovidos de vergonha, de instinto de auto-preservação ou até mesmo de bom senso, e que eles ( os atores ) são “caras-de-pau por natureza”, por isso pagam tantos micos por aí e topam qualquer coisa para aparecer!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que muita gente não sabe é que Atores de Verdade, são pessoas com todos os “alertas” ligados e uma consciencia que vai além da corporal e vocal. Os Atores de Verdade sabem que o caminho em busca da técnica é tortuoso e por isso não se entregam a qualquer prática que coloque em risco sua integridade física e mental. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É aqui que encontramos o pontinho descalço, tremendo de medo no canto da parede. Alguns diretores estão ali, no primeiro grupo, dos que acham que podem envolver um ser dotado de intelecto aguçadíssimo, numa proposta totalmente arbitrária de entrega total, sem antes tê-lo preparado para isso. E como trazer aos Atores de Verdade, o ambiente e a atmosfera correta para que grandes descobertas sejam feitas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, algo cuja explicação já foi feita aqui neste mesmo Blog: LABORATÓRIO DA CHEGADA! Procurem dentre os tópicos e leiam. É essencial para o Ator de Verdade.&lt;br /&gt;Depois, o segundo passo é o líder do aquecimento trazer algo que realmente vai suprir carências, algo relevante para o desenvolvimento do grupo. Quando pensamos e programamos aquecimentos devemos levar em conta algo muito importante: estamos TODOS aptos a fazer isso? Esta experiência que quero proporcionar acontece por si só ou necessito de alguns outros exercícios prévios? Em suma, o líder deve ter cuidado com o conhecimento prévio de cada um e com o que será gerado coletivamente.  Não devemos pressionar os Atores de Verdade até que eles mintam sobre seus próprios crescimentos.&lt;br /&gt;E por último, mas extremamente necessário é a Verdade do Ator de Verdade prevalecer sobre o Corporativismo do Ator Amigo. (Ah, em tempo, sobre o Corporativismo no Teatro, o dramaturgo Johnny Kagyn também tratou aqui neste blog, procurem, Atores de Verdade). Nada de agradar o companheiro de palco porque vai ficar “chato” questionar a real necessidade do exercício. Não entendeu, pergunte. Não concordou, discuta. Mas repare bem na ordem: Pergunte e depois Discuta, se necessário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atores de Verdade pensam e fazem analogias em seus cérebros, comandam seus corpos e são donos de suas descobertas. Não obriguemos esse seres iluminados a se sentirem tão acuados e pressionados a ponto de precisarem fingirem orgasmos como mulheres mal “amadas” só para que possam dormir em paz!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;alissandrarocha@gmail.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114532344676589657?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114532344676589657/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114532344676589657&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114532344676589657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114532344676589657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/04/o-que-um-pontinho-descalo-tremendo-no.html' title='O QUE É UM PONTINHO DESCALÇO, TREMENDO, NO CANTO DA PAREDE??'/><author><name>Alissandra Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05522131876366244505</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/207/4831207.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114483746643746866</id><published>2006-04-12T07:20:00.000-12:00</published><updated>2006-04-11T22:24:26.456-12:00</updated><title type='text'>Diálogos 1 - O teatro é espelho ou martelo?</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A conversa girou em torno da função de uma obra de arte na sociedade. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Johnny Kagyn, Alissandra Rocha e Claudio Rosa começaram a conversa partindo de uma frase de Bertold Brecht dita por Paul Haggis no discurso de agradecimento pelo prêmio de melhor roteiro original por “Crash – No limite”. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A frase diz que a arte é um martelo com poderes e funções modificadoras da sociedade&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://supernovadramaturgos.blogspot.com"&gt;(...) Continue lendo...&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114483746643746866?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114483746643746866/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114483746643746866&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114483746643746866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114483746643746866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/04/dilogos-1-o-teatro-espelho-ou-martelo.html' title='Diálogos 1 - O teatro é espelho ou martelo?'/><author><name>Alissandra Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05522131876366244505</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/207/4831207.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114415547432741076</id><published>2006-04-04T10:03:00.000-12:00</published><updated>2006-04-06T04:35:45.390-12:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Gostaria de convidar a todos os leitores deste Blog para este evento, e depois abriremos aqui para cometários ok!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;II MOSTRA DE LEITURAS DRAMÁTICAS DO SUPERNOVA COLETIVO DE DRAMATURGOS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;(Especial Projeto Colheita)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DATA: 09/04/2006 ( DOMINGO )&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As 19 horas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Programa está o texto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;DA CRIAÇÃO DA CENA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Autor: Claudio Rosa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção: Alissandra Rocha&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Assistência de Direção: Charlene Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atores: Ricardo Avarih; Evando Lustosa; Márcia Nestardo; Fernanda Sanches&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Duração: Aproximadamente 40 minutos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sinopse: A partir da distração do dramaturgo com um comercial de TV, personagens de sua peça se rebelam e expõem todo o pensamento do dramaturgo no momento da criação de sua obra.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: Cia. Das Artes – Rua Domingos de Morais nº1497 -  (em frente ao metrô Vila Mariana)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENTRADA GRATUITA&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114415547432741076?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114415547432741076/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114415547432741076&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114415547432741076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114415547432741076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/04/gostaria-de-convidar-todos-os-leitores.html' title=''/><author><name>Alissandra Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05522131876366244505</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/207/4831207.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114415473171368703</id><published>2006-04-04T09:42:00.000-12:00</published><updated>2006-04-04T00:45:31.733-12:00</updated><title type='text'>A parte que me cabe neste latifúndio</title><content type='html'>Texto postado por Alissandra Rocha no blog oficial do SuperNova Coletivo de Dramaturgos, em 02 de Abril de 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Nesta primeira fase do Projeto Colheita, estou desenvolvendo dois papéis: Diretora e Produtora. Funções que aos olhos de muitos são exatamente a mesma coisa; de outros tantos, esses dois seres são totalmente antagônicos: O Diretor é o rato e o Produtor é o gato. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de me embrenhar nesta segunda função, a de Produtora, eu também tinha uma visão equivocada...&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;&lt;a href="http://supernovadramaturgos.blogspot.com/"&gt;( continua )&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leia lá e poste comentários aqui&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114415473171368703?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114415473171368703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114415473171368703&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114415473171368703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114415473171368703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/04/parte-que-me-cabe-neste-latifndio.html' title='A parte que me cabe neste latifúndio'/><author><name>Alissandra Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05522131876366244505</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/207/4831207.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114347163679335048</id><published>2006-03-27T02:54:00.000-12:00</published><updated>2006-03-27T03:00:36.810-12:00</updated><title type='text'>Nossa imagem social e comercial</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Meu pai, marceneiro talentoso, me prometeu que fará os elementos de cena pra nosso espetáculo, e disse que isso é um incentivo de pai à minha carreira.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Começamos a calcular quantidades de MDF para colocar no projeto de patrocínio junto às madeireiras. Fiquei surpresa quando papai disse que o melhor seria fazer uma vaquinha com o pessoal da peça pra comprar o material. Bem melhor do que ficar mendigando pedacinhos de madeira!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Então é assim que somos vistos? &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mendigos de retalhos e sobras. Mas e a contrapartida financeira, a exposição do nome e da marca, o marketing no saguão do teatro? Não deveria ser uma parceria, uma troca de interesses que ao final possibilitam o acontecimento teatral?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Que susto. Fiquei imaginando o que passa pela cabeça das pessoas com relação aos prêmios de fomento à cultura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;Eu e papai conversamos por mais de uma hora. Ele entendeu o funcionamento da parceria e do patrocínio e me deu uma folga. Só os sentimentos de inadequação e angústia ficaram martelando na minha mente.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114347163679335048?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114347163679335048/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114347163679335048&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114347163679335048'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114347163679335048'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/03/nossa-imagem-social-e-comercial.html' title='Nossa imagem social e comercial'/><author><name>Márcia Nestardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16724676710801705750</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_jC_VzWLPoEU/Sk7GQul90tI/AAAAAAAAAGE/JY1pOz5AFBw/S220/fotosorrindomenorzinha.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114320305208659098</id><published>2006-03-24T09:25:00.000-12:00</published><updated>2006-03-24T00:25:05.836-12:00</updated><title type='text'>CULHÃO!</title><content type='html'>Cada dia que passa estou mais convencida:&lt;br /&gt;SÓ FAZ TEATRO QUEM TEM CULHÃO!!!&lt;br /&gt;É isso, só trabalha com teatro aquele que tem culhão suficiente pra aguentar o tranco!&lt;br /&gt;É muita VIDA, é muito SONHO, é muito PEITO, é muita DOR, é muito AMOR e é muito SUOR, SUOR, SUOR e sem pudor de perder tudo pra atingir o máximo da doação, da fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É Missão sim, missão de estar e ficar! Missão de andar e parar! Missão de dizer e sentar raíz onde quer que seja, e seja assim mesmo, sem menores emoções, é tudo a flor da pele, é casca arrancada na ferida recente. Dói e Arde. É febre, alucinação de febre e magia de médico pra acalmar o fervor, ir devagar com o andor, e frear quando o muro se aproxima... Não bater no muro, não se acidentar a toa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem que ter culhão! Coragem de transpor o muro, dar o mundo a tapa, dar a cara ao nada e a mente a tudo! Estudo no sentido mais belo da palavra, de mim a ti, de nós a vós! Ter voz e nunca calar... Dar voz a quem calou pra sempre!&lt;br /&gt;É eletrochoque! Ressucitar mesmo quem fechou os olhos e endureceu. Empalideceu. Petrificou e não viu, prostrado, que os séculos passados, não estão no passado! Eu os trago a tona, eu entrego de bandeja pra quem quiser... Te damos esse presente nas mãos, pegue. Sinta esse pulsar de vida, sinta esse jorro quente da alma, arrisque perder a calma, o juízo, a razão. Isso é o que realmente te espera se você tiver estômago pra digerir nosso tempero.&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tem que manter a cabeça &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Tem que usar a garganta &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Tem que preparar o estômago&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Tem que ter peito &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Tem que ter pernas e fortes!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Tem que estar no coração&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;TEM QUE TER CULHÃO!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;Alissandra Rocha - Diretora / Dramaturga&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;a href="mailto:alissandrarocha@gmail.com"&gt;alissandrarocha@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114320305208659098?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114320305208659098/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114320305208659098&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114320305208659098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114320305208659098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/03/culho.html' title='CULHÃO!'/><author><name>Alissandra Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05522131876366244505</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/207/4831207.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114314204185866660</id><published>2006-03-23T07:23:00.000-12:00</published><updated>2006-03-25T15:31:55.490-12:00</updated><title type='text'>Do ser e algumas definições</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Da Literatura&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estive pensando muito sobre a literatura ultimamente, talvez tenha chegado a menos conclusões que antes e com certeza a menos conclusões que ela merece.Literatura palavrinha complicada, suave e ao mesmo tempo tão simples e com tanto peso.&lt;br /&gt;O que é literatura?&lt;br /&gt;Perguntinha sem vergonha nos colocada no primeiro ano da faculdade de Letras, não colocarei aqui uma definição de Terry Engleton ou de qualquer outro, não vem ao caso. Literatura é... literatura é...literetura é a...literatura é o que abrange tudo e todos os bem aventurados que se encantam e se entorpecem com as letrinhas embaralhadas num livro, num caderno, num monitor e outros lugares a magia colhida no campo leitura.Podemos também dizer que a literatura é tudo aquilo que o Aurelio escreveu, vejam se vocês lembram:&lt;br /&gt;Literatura sf 1 Arte de compor trabalhos artísticos em prosa ou verso. 2 O conjunto de trabalhos literários dum país ou duma época.Lembraram? Tinha certeza que isso refrescaria a memória e esclarecia muita coisa a respeito do que é literatura.&lt;br /&gt;Pois bem Literatura para Claudio Rosa, antes de qualquer coisa é: Uma via, um caminho, uma Terapia, um desejo, uma angústia, um namoro, como namoro é um trabalho, é uma briga, um flerte eterno, um amor platônico, é puramente amor, É tudo, é estudo, e como todo amor também é nada, é madrugada, é poesia, é vida. É sobretudo um Sonho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Do Teatro&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estive vivendo teatro ultimamente, talvez mais tempo que eu imaginava e com certeza menos tempo que eu preciso.Teatro.&lt;br /&gt;O que é teatro?&lt;br /&gt;Um bando de alienados? Um bando de garotos que pensam que são artistas? Pessoas que não querem saber de trabalhar e viver com o bom e do melhor? Pessoas que baixam o santo e fazem um personagem ali na frente de todo mundo?&lt;br /&gt;Não.&lt;br /&gt;Teatro é paixão intensa e como toda paixão é perigosa, há tantos devaneios e deslizes no Meio!O teatro tem sim tudo isso. Como várias profissões possuem seus desafetos, a Medicina os tem, o Direito os tem, Brasilia os tem e lá tem muito mais!Teatro por Aurélio:Teatro sm 1 Edifício onde se apresentam obras dramáticas , óperas, etc. 2 A Arte de representar. 3 Coleção de obras dramáticas dum autor, época ou nação.&lt;br /&gt;Pois bem teatro por Claudio Rosa é: Outra via. Outro caminho. Paixão, intensidade. Teatro é trabalho, trabalho muito árduo. Teatro são pessoas dedicadas, teatro é união. Teatro é raça! Teatro é estudo. É vida. É vivo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Do Encontro.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Poetizar e dramaturgar. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O Encontro acontece em mim.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;SÃO CAMINHOS PARALELOS, SÃO DUAS PARTES DE UM CLAUDIO ROSA ! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;São organismos que preciso para viver. Para me tornar vivo a cada dia, no que chamo de vida. São coisas independentes que sustentam minha sobrevivência, sem uma ter ligação com a outra e ao mesmo tempo ter todas. Sendo que a principal sou Eu. Ah... como é dificil sustentar duas casas, é desvairadamente prazeroso e trabalhoso. Estruturalmente é pratico, não poetizo dramaturgando e não dramaturgo poetizando! Essa é a Lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Do Claudio &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero escrever e neste caminho como na vida, Amo. Amarei e desamarei inúmeros amores e não posso apagar, simplesmente apagar. Me apaixono. Me apaixonarei e desapaixonarei. Porque sou vivo! E como vivo sou sujeito a interferências, a amores, a paixões, a Aprendizados e não os negarei. Os acolherei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Do Fim do texto&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O começo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114314204185866660?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114314204185866660/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114314204185866660&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114314204185866660'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114314204185866660'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/03/do-ser-e-algumas-definies.html' title='Do ser e algumas definições'/><author><name>Claudio Rosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18266899550782177045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-RZgEVcsIaXE/TY4dKEgxpEI/AAAAAAAAAbw/q9pXkUTEzA4/s220/SUNP0071.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114294508242454513</id><published>2006-03-21T09:45:00.000-12:00</published><updated>2006-03-21T00:44:42.440-12:00</updated><title type='text'>É o ator um inimigo de si mesmo?</title><content type='html'>Texto publicado por &lt;strong&gt;Johnny Kagyn&lt;/strong&gt; no blog do &lt;strong&gt;SuperNova Coletivo de Dramaturgos&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhe para si e para o caminho que o trouxe até aqui. É um caminho longo, curto? Não importa a extensão o que lhe trouxe até aqui foram sonhos. Sonhos íntimos. Sonhos inconfessáveis. Sonhos. Olhe para si e veja apenas você mesmo. Seus olhos... &lt;a href="http://supernovadramaturgos.blogspot.com"&gt;( continua )&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leiam, visitem o blog, e comentem aqui.&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:alissandrarocha@gmail.com"&gt;alissandrarocha@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114294508242454513?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114294508242454513/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114294508242454513&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114294508242454513'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114294508242454513'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/03/o-ator-um-inimigo-de-si-mesmo.html' title='É o ator um inimigo de si mesmo?'/><author><name>Alissandra Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05522131876366244505</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/207/4831207.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114274800273380912</id><published>2006-03-18T17:52:00.000-12:00</published><updated>2006-03-18T18:00:02.746-12:00</updated><title type='text'>O trabalho coletivo no teatro e suas linhas imaginárias</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: times new roman; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Dramaturgo, diretor, cenógrafo, figurinista, iluminador, sonoplasta, maquiador, contra-regra, ator... Onde se inicia e onde termina a função de cada um?&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Quantos e quantos dramaturgos não se queixam de mudanças conceituais impostas a suas peças por diretores? E quantos e quantos diretores não se queixam de atores que querem dirigir a peça? E para não ir muito longe, quantos e quantos atores não se queixam de dramaturgos que desejam atuar via texto e diretores que desejam atuar via direção?&lt;br /&gt;Logicamente o profissional que conhece as técnicas de seu oficio profundamente não comete tal erro, mas em um país onde a formação de atores e diretores só acontece de verdade na prática, raras são as exceções, existe sim uma confusão muito presente entre os limites de cada função.&lt;/blockquote&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Recentemente assisti a uma série de peças sem direção. Sim, peças teatrais onde os atores é que tinham que “se virar”. Em uma das peças o diretor se distraiu com a iluminação, onde fez várias e várias peripécias, e esqueceu da peça. Em outra os atores estavam perdidos em algumas cenas e era patente que não houve o “direcionamento”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;blockquote&gt;Exageros a parte, acredito que um caminho possível é o de estabelecer um contrato assim:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Dramaturgo:&lt;/span&gt; Responsável pela idéia da peça.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Diretor:&lt;/span&gt; Responsável pela estética da peça, porém a estética não pode comprometer a idéia da peça. Caso o diretor não queira defender a idéia do dramaturgo em uma peça, ele que escolha uma peça cuja idéia concorda ou que escreva sua própria peça. Além disso, o diretor é também responsável por direcionar o ator e auxiliá-lo em suas deficiências.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Ator:&lt;/span&gt; Responsável por criar uma personagem, porém esta criação deve estar comprometida com a idéia do dramaturgo e com as concepções estéticas do diretor.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Profissionais técnicos:&lt;/span&gt; Responsáveis por suas áreas específicas (cenografia, iluminação, sonoplastia e etc.), e também comprometidos com a idéia do dramaturgo e a concepção estética do diretor.&lt;/blockquote&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Sabemos que as coisas não são tão simples assim, pois numa peça onde o diretor não dirige, numa peça o dramaturgo não fez dramaturgia e no contexto onde o ator não atua, realmente cruzar a linha imaginária é não só um ato compreensível como também necessário.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: right;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Johnny Kagyn é dramaturgo.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114274800273380912?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114274800273380912/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114274800273380912&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114274800273380912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114274800273380912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/03/o-trabalho-coletivo-no-teatro-e-suas.html' title='O trabalho coletivo no teatro e suas linhas imaginárias'/><author><name>Johnny Kagyn</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AQk4Eyj3N9I/TakJNSU62AI/AAAAAAAAAvY/JudPO_grP9k/s220/IMG_0033.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114254718765160922</id><published>2006-03-16T09:50:00.000-12:00</published><updated>2006-03-17T09:15:43.533-12:00</updated><title type='text'>AÇÃO DIRETA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/3439/2050/1600/stanislavski1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3439/2050/400/stanislavski1.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Constantin Stanislavski&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; O que vou expor agora são umas poucas conclusões tiradas das aulas de direção teatral, ministradas pelo dramaturgo/diretor Chico de Assis, onde ele expôs o método da ação direta.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Logo de inicio foi deixado claro que a ação direta é um método quase desconhecido no Brasil, país onde os atores e diretores têm uma formação stanislavskiana de primeira fase (palavras de Chico de Assis). O método da ação direta é a segunda fase do método stanislavskiano e foi implantado principalmente nos EUA na escola de teatro “Actors Studio”.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;No EUA o método da ação direta foi implantado por Stella Adler, Elia Kazan e outras pessoas ligadas aos primórdios do “Actors Studio”, e tornou-se praticamente um patrimônio da escola.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;A primeira fase do método&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;A principal diferença entre a primeira e a segunda fase do “método” é que na primeira fase os laboratórios de criação do ator acontecem fora da estrutura proposta da peça, ou seja, é a criação de uma gênese onde se criam fatos na infância, juventude e etc. criando-se assim uma personagem com motivações exteriores à peça em si.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Essa busca fora da estrutura da peça é sempre lenta e não servia aos interesses do cinema americano, visto que os produtores não podiam ficar meses ensaiando até o ator construir sua personagem. E muitas vezes não servia aos interesses da própria peça ou filme, visto que o ator muitas vezes criava uma personagem com motivações que nada tinham a ver com a estrutura proposta. Sem falar nos atores lentos, atores que para toda e qualquer ação procuravam uma justificativa subjetiva, o famoso “subtexto”, tornando assim cada fala uma aventura subjetiva que muitas vezes objetivamente fugia dos interesses da cena.&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;A segunda fase do método&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Ação direta vem para solucionar estes problemas. A ação direta é também um método de laboratório, porém é mais dinâmica e só busca as soluções para criação da personagem na própria estrutura da peça.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Funciona assim:&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Toda personagem dramaturgica tem uma crise, que é o momento onde se revela por completo. Neste momento da peça onde a personagem está completa em cena é que o ator deve fazer seus laboratórios e extrair as soluções para as demais cenas. Apartir do momento em que o ator consegue captar e solucionar sua personagem na crise da mesma, ele passa a trabalhar as outras cenas de forma direta. Apartir das ações propostas em cada cena, e do seu conhecimento adquirido através do laboratório da crise, o ator pode agir em diversas camadas e direções com sua personagem e de forma mais eficaz e rápida. Ele não precisa mais se apoiar em subtexto ou construção de gênese, pois todos os elementos que precisa para agir estão na própria cena e todos os elementos para a construção da personagem estão na crise (momento onde a personagem se mostra por completo).&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Identificação da crise da personagem&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Se a personagem for protagonista ou antagonista a crise da mesma será a crise da peça (última cena). Se for uma personagem coadjuvante a crise não esta necessariamente na crise da peça, porém existe em algum momento da peça. Para esta identificação é necessária uma análise da estrutura da peça e da função daquela personagem nesta estrutura.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Conclusão&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;A ação direta é essencialmente um método do ator. Ele pode trabalhar com este método independente do conhecimento do diretor. Porém, é claro que o conhecimento e direcionamento do diretor são coisas desejáveis. Ao contrário do que se possa pensar, este não é um método frio, que não leva em consideração as emoções. Só que ao contrário da primeira fase onde o ator buscava as justificativas para emoções e ações fora da estrutura da peça, na ação direta ele busca suas bases e justificativas na própria peça.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Muitos dos preceitos técnicos da primeira fase do método são mantidos na chamada segunda fase, pois o ator precisa também de grande preparo técnico de seu aparelho e de grande disponibilidade criativa.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Tentei ser o mais claro possível, porém deixo claro que sou ainda um aluno de tal método e que a dificuldade para encontrar material teórico em português tratando de tal método é enorme. Tudo o que aprendi foi nas aulas de direção, onde a ação direta foi exposta em sua prática e o resultado realmente me encantou. Segundo o mestre Chico de Assis, conseguimos comprovar a eficiência deste método em todos os atores formados pelo Actors Studio. Para ilustrar aqui vão três grandes nomes que utilizam magistralmente tal método: Sean Pean; Julianne Moore e Al Pacino (que inclusive é um dos donos do Actors Studio).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-family: times new roman;"&gt;Johnny Kagyn é dramaturgo e integrante do SuperNova Coletivo de Dramaturgos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-family: times new roman;"&gt;Blog: &lt;a href="http://infinitoparticular.blogspot.com/"&gt;http://infinitoparticular.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-family: times new roman;"&gt;E-mail: kagyn@msn.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114254718765160922?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114254718765160922/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114254718765160922&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114254718765160922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114254718765160922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/03/ao-direta.html' title='AÇÃO DIRETA'/><author><name>Johnny Kagyn</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AQk4Eyj3N9I/TakJNSU62AI/AAAAAAAAAvY/JudPO_grP9k/s220/IMG_0033.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114236076652988975</id><published>2006-03-14T15:26:00.000-12:00</published><updated>2006-03-14T06:26:06.543-12:00</updated><title type='text'>Adaptando-se: o cinema aprendendo com o teatro</title><content type='html'>Por Ricardo Avarih&lt;br /&gt;avarih@ig.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas das que são consideradas as maiores obras de arte da humanidade são peças ou nasceram como. O teatro já lida com adaptações de idéias desde sempre, e se há muitos Peter Pan, Romeu e Julieta, Édipo Rei, Il Pagliacci, O anel dos Nibelungos e tal, é por que o texto cênico nasceu pra isso.&lt;br /&gt;Mas o último citado é o culpado de muito do que conhecemos. Wagner, afora as diversas falhas de personalidade, era um crânio no jogo de fazer enorme o que era texto. Em “O anel dos Nibelungos”, ele pegou elementos da mitologia odinista germânica e fez aquilo que pode ser considerada a primeira adaptação Blockbuster de alguma coisa: grandiosidade, simplificação e planificação dos elementos originais, desvio para o modo de pensar recorrente á época (no que se refere às personagens, ele ignora os traços dos deuses e os tornou versões dos deuses clássicos da moda, afinal, classicismo era chique. Odin tem a personalidade de Zeus, Frigga a de Hera, e por aí vai. Até mesmo Sigfried virou um herói à grega, com direito a falha trágica e tudo).&lt;br /&gt;O cinema nasceu quando a fórmula Wagneriana estava estabelecida no fim do século XIX. Podemos encontrar suas idéias na adaptação de “Drácula” que conhecemos como “Nosferatu”. Portanto, nada mais natural que o cinema nascesse com tal vocação. Isso firmou-se mesmo após as idéias de Mélies originarem o efeito especial e a sonorização começar a criar a linguagem específica do cinema.&lt;br /&gt;No fim dos anos setenta, George Lucas e Steven Spielberg, com as bênçãos de Coppola, criaram o cinema de multidões, e a partir daí tornou-se impossível pensar em filmes sem milhares de dólares, público absurdo e segurança financeira. A quantidade de estúdios vendidos e falidos nos anos oitenta prova isto. Apesar de instruídos e talentosos artesãos, criaram um modo de filmar que foi imitado sem escrúpulos e competência. Nem todo mundo assistiu aos filmes de Akira Kurosawa e as adaptações que ele fez da literatura do sol nascente, nem entendeu o que toca no primeiro blockbuster da história, “O poderoso chefão”. E com isso nasceu o germe da crise de criatividade do cinemão atual, e praticamente todo arrasa-quarteirão de hoje em dia é fruto desta crise ( = necessidade de segurança financeira). &lt;br /&gt;Em comum, toda adaptação busca condensar a sua fonte original destacando seus elementos mais simbólicos. Isso pode acrescentar chances inesperadas de melhora no original e a riscos que valem a pena. “King Kong” fica em uma posição estranha. É uma homenagem, feita por admirador confesso. Apenas o fato de Jackson nos ter poupado de recursos baratos para extrair lágrimas, o faz o diretor mais original a lidar com cifras tão grandes. E finalmente temos um macaco. As pessoas tem Discovery Channel hoje, e sabem quem foi Dian Fossey (lembram da Sigourney Weaver na cinebiografia?). Agora, Kong não tem uma loira apaixonante, mas sim um brinquedo, e Jackson usa o elemento novo da artista de “Vaudeville”, em homenagem ao teatro de então, para justificar que Kong não a torne apenas mais um petisco, numa sacada de respeito ao caráter dos grandes macacos.&lt;br /&gt;Tenho que citar outra sacada: quando um personagem fala, aterrorizado, que o livro que está lendo (“O coração das trevas”, que foi adaptado como o obrigatório “Apocalypse now!” do Coppola criando algumas das regras atuais das adaptações) não é uma história de ação, e confirmam-lhe isso, estamos quase que falando do filme que assistimos. É transparência, como quando o diretor dentro do filme manda um ator no meio dos dinossauros para criticar os diretores, mas que casa bem para uma platéia acostumada à burrice.&lt;br /&gt;Quando se trata de adaptar seriados, décadas de existência de um personagem ou livros extensos, as estórias em geral desrespeitam a cronologia, complexidade e a seqüência dos fatos em prol de um conto coeso para diletantes. Funciona em alguns casos, mas falha horrivelmente na maioria.&lt;br /&gt;Vamos ao plano geral: pegamos aquilo que as pesquisas dizem ser lembrado pela maioria, enfiamos num filme com ar moderno, com atores sérios e sem roupas ridículas, eliminamos preconceitos ou incômodos de época até a exaustão estéril, fazemos a história com muito sal, misturando elementos mais do que torta de pós-natal e, claro, podadas as coisas cósmicas ou mirabolantes (ou você acha que dava para tornar crível que a Fênix de “X-men” nascesse pilotando um ônibus espacial em uma tempestade cósmica no cinema?). Isso é inevitável, visto a complexidade que estes possuem. De qualquer jeito, a transposição fidelíssima não adianta. A falta de cinema em “Sin City” incomoda.&lt;br /&gt;A crise criativa de Hollywood não é limitada pelo gosto do público. É alimentada, mas não justificada, pelo saudosismo. Falta incerteza, tempero, olhar, curiosidade, ousadia, tirar um pouco de dinheiro dos diretores, falta sangue e calor ao invés de fornecimento de tecnotrecos. Sem isso, para cada “Senhor dos Anéis” ou “Os Outros” teremos dez “Nárnias”, “massacres da serra elétrica” ou “fantásticas fábricas de chocolate”. Isso enquanto não resolvem refilmar “Jeannie” ou “Os pássaros”.&lt;br /&gt;Quer saber? Assistamos essas mediocridades pela internet para ter assunto e gastemos nosso dinheiro indo ao cinema quando realmente vale a pena, assistindo “O Jardineiro Fiel” e “A Noiva-cadáver”. Ou “O exorcismo de Emily Rose”, adaptado do livro que inspirou o roteiro de “O exorcista” e que desmistifica adaptações ao deixar-nos na mais medonha dúvida.&lt;br /&gt;E jamais nos esqueçamos que a mesma crise bate á porta do teatro faz muito mais tempo. E que se há algo a NÃO aprender com o cinema, é os erros que o levaram a tal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114236076652988975?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114236076652988975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114236076652988975&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114236076652988975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114236076652988975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/03/adaptando-se-o-cinema-aprendendo-com-o.html' title='Adaptando-se: o cinema aprendendo com o teatro'/><author><name>Alissandra Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05522131876366244505</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/207/4831207.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114231082062072041</id><published>2006-03-13T16:31:00.000-12:00</published><updated>2006-03-13T16:35:18.816-12:00</updated><title type='text'>Chaves</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Há chaves lógicas em tudo a nossa volta. Como nas moléculas de DNA, são apenas seis substâncias chamadas genericamente de aminas, que combinadas duas a duas, formam uma corrente com informação para o funcionamento de todo o ser vivo. Pensando no nosso corpo. Se faltarem algumas dessas aminas importantíssimas, vitais, as vitaminas, o corpo sofre e adoece. Não funciona corretamente.&lt;br /&gt;Faltaram as chaves da vida. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Existe uma inteligência orgânica presente também na literatura, nas artes e, como é meu caso, na dramaturgia. O texto teatral existe para a cena. Não se encerra nas palavras. Aí é que entra um trabalho para o ator, que vai muito além da cena e a precede. O estudo e compreensão do objetivo da peça, seu tema, o conflito central e os estranhamentos paralelos que o compõem. Mas existe aquela chave. A lógica, às vezes óbvia, mas nem sempre, que dá sentido e amarra todo o enredo dentro de uma unidade harmoniosa. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Estou às voltas com uma questão. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;A busca dessa chave dentro do texto teatral pode ser enriquecedora e trazer resultados surpreendentes. Mas se a tal senha existe, porque ela não é revelada pelo próprio autor? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Conquistar o entendimento pleno do texto dramaturgico, através do processo de ensaio tem afinal mais valor no resultado estético do que teria se fosse instruído diretamente pelo autor? &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Acho que adivinho a resposta de vários amigos. Parece óbvio... O processo, a descoberta, a conquista... &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Mas preciso aprofundar o questionamento. Enquanto isso me estico, pulo e subo em pedras, pra alcançar a minha chave, que eu sei que existe, pendurada ali no alto, fora do alcance das minhas mãos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114231082062072041?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114231082062072041/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114231082062072041&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114231082062072041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114231082062072041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/03/chaves.html' title='Chaves'/><author><name>Márcia Nestardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16724676710801705750</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_jC_VzWLPoEU/Sk7GQul90tI/AAAAAAAAAGE/JY1pOz5AFBw/S220/fotosorrindomenorzinha.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114193689753723765</id><published>2006-03-09T17:40:00.000-12:00</published><updated>2006-03-09T08:41:37.550-12:00</updated><title type='text'>Laboratório da Chegada-Preparação para a entrega.</title><content type='html'>O Laboratório da Chegada é meu velho conhecido. Pratiquei-o durante 2 anos na Faculdade e depois me dispersei, nunca mais. Parece que não faz sentido praticá-lo se não estamos inseridos num processo de pesquisa, o que é totalmente inverdade. &lt;br /&gt;Tive meu primeiro contato com essa prática com um mestre, o mesmo do "me faça uma pergunta depois do ensaio!", professor  Antônio Januzeli (Janô), na Universidade de São Paulo.&lt;br /&gt;Este laboratório consiste na conscientização do ator no trabalho que irá executar. Como preparar seu corpo para começar uma prática de entrega? Como o ator se torna disponível? É como se fossemos dar um presente a alguém e preparamos o embrulho, o cartão, os dizeres pessoais, aí sim damos o presente! Então como agregar valores ao trabalho do ator? &lt;br /&gt;Essa é uma saída: perceber o chegar. Se ambientar com a sala de ensaio, o cheiro, os sons do local, a temperatura e se adequar a tudo isso sem que o ambiente o agrida ou oprima. Tomar consciencia de que a hora de trocar a roupa do dia pela roupa do ensaio é uma preparação fundamental para as próximas horas; botar os pés no chão e sentir o frio do piso, esticar os dedos dos pés, entrar em contato com o ambiente, também prepara para a vivência, e o mais importante de tudo isso: Contato com os colegas de trabalho. Contar BREVEMENTE como foi seu caminho até o ensaio, se algo de bom ou ruim aconteceu. Se tocarem, sorrir, ajudar um ao outro a abotoar a blusa, ou amarrar o cabelo. A doação começa daí! Um beijo ou um abraço de boas vindas para aquele que chegou indevidamente atrasado... Tudo isso integra  e prepara terreno para a entrega. Mas que seja breve, sem comodismos e principalmente, sem flacidez! Nada de bunda no chão, ou mãos na parede. Nada de dispersar energia falando mal de alguém ou algo, fofocando sobre amenidades...  não poluindo a cabeça com qualquer pensamento que seja dispersivo. É deixar o pensamento chegar e passar, como nuvens num dia ensolarado. Deixa vir, refresque-se na sombra, mas deixe passar. &lt;br /&gt;Normalmente o laboratório de chegada não deve ultrapassar 20 minutos porque depois disso, o corpo acostuma à inércia, então a transição para o aquecimento corporal e vocal deve ser feito imediatamente.&lt;br /&gt;Tenho certeza que isso todos nós fazemos em nossos processos tanto como atores como orientadores de práticas, mas o importante é ter consciência da necessidade de fazê-lo. &lt;br /&gt;Agora mequestiono: Apenas os atores deveriam ter tanto zelo na preparação para mais um dia de trabalho?&lt;br /&gt;alissandrarocha@gmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais informações sobre o conceito de Laboratório:&lt;br /&gt;A Aprendizagem do Ator&lt;br /&gt;Antônio Januzelli&lt;br /&gt;Editora Ática - Série Princípios&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114193689753723765?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114193689753723765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114193689753723765&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114193689753723765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114193689753723765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/03/laboratrio-da-chegada-preparao-para.html' title='Laboratório da Chegada-Preparação para a entrega.'/><author><name>Alissandra Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05522131876366244505</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/207/4831207.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114143726159097665</id><published>2006-03-03T13:52:00.000-12:00</published><updated>2006-03-03T14:30:38.590-12:00</updated><title type='text'>A Classe Teatral e o Corporativismo</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt; A última peça que assisti me fez pensar bastante sobre o corporativismo no teatro. É certo que corporativismo existe em qualquer classe, mas especificamente no teatro não seria o corporativismo uma das raízes de muitos males?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Eu explico. Quando nos furtamos ao direito da crítica e até de negar o aplauso não estamos alimentando a mediocridade, a falta de qualidade, e até mesmo a falta de público? Não seria mais honesto para com o artista a crítica dura e verdadeira em detrimento do afago corporativista?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Acredito que deve existir certa parcela de coragem e responsabilidade para quem se propõe a colocar um produto cultural (uma peça teatral é um produto cultural, visto que o público paga para assisti-la) no mercado. E acredito também que a crítica honesta a montagens medíocres é um dos caminhos para evolução técnica dos profissionais envolvidos na labuta teatral.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;A caridade corporativista nos faz esquecer que é a nossa profissão, a nossa paixão, a nossa arte e a viabilidade comercial da mesma que está em jogo. Existem cada vez menos profissionais realmente qualificados e com o nível de exigência da classe nivelado por baixo (os subsolos do nivelamento), só resta ao público se refugiar nas comédias populares de resultado previsível e evitar as peças dramáticas ou qualquer outro gênero que ofereça risco ao seu investimento. Machuca no bolso e no gosto pelas artes cênicas sair do teatro após gastar 10, 15, 20 reais, e constatar que aquele dinheiro foi perdido, que o tempo foi perdido, e que voltar ao teatro será novamente uma aventura amarga.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;É importante lembrar que uma peça ruim, dependendo do tempo que fique em cartaz, pode significar que algumas poucas centenas de pessoas que foram ao teatro pela primeira vez nunca mais voltarão. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Portanto, nada de tapar o sol com a peneira. Sejamos nós mesmos sinceros e exigentes com o nosso trabalho e com o trabalho dos colegas da profissão. Nada de meias verdades, de eufemismos... Deixemos o corporativismo para os advogados, para os deputados e para todas as outras “nobres” classes de profissionais que podem se dar a este luxo. Nós não.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114143726159097665?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114143726159097665/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114143726159097665&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114143726159097665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114143726159097665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/03/classe-teatral-e-o-corporativismo.html' title='A Classe Teatral e o Corporativismo'/><author><name>Johnny Kagyn</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AQk4Eyj3N9I/TakJNSU62AI/AAAAAAAAAvY/JudPO_grP9k/s220/IMG_0033.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114130008516078836</id><published>2006-03-02T09:00:00.000-12:00</published><updated>2006-03-01T23:51:12.920-12:00</updated><title type='text'>Senso de direção!</title><content type='html'>Estou impressionada com esse fenômeno. Diretor não dirige mais. Sempre veremos os velhos ícones do teatro e diremos: "Não se faz mais diretor como antigamente!" Quer dizer agora que veremos a mão do diretor apenas na iluminação barata, tipo "olha que genial!!!! ele fez uma borboleta com o holofote, uuuuauuu, olha, tá igualzinho a capela lá da minha rua..."? Ou será que veremos a presença dele apenas nos mirabolantes praticáveis, sem razão de estarem ali, ou com sobes e desces de escadas perigosíssima para o ator? Ahhh o ator nessa nem entra... Nos tempos do &lt;em&gt;"do-it-yourself"&lt;/em&gt; o ator se vira... ele fez curso de teatro pra que?...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que iremos falhar quando nossa hora chegar? Será que o sentido da palavra "direção" se perdeu na história e no lugar foi posto algo mil vezes pior do que o "ego", que as vezes dá resultados belíssimos por sinal?&lt;br /&gt;O que faz um diretor? Acho que se o Dramaturgo Kagyn tem suas dúvidas sobre o que é ser um dramaturgo, as funções sociais deste e porque sê-lo, a Diretora Rocha tem um balde de questões sobre o ato de dirigir. Tenho muito a pensar!&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:alissandrarocha@gmail.com"&gt;alissandrarocha@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114130008516078836?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114130008516078836/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114130008516078836&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114130008516078836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114130008516078836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/03/senso-de-direo.html' title='Senso de direção!'/><author><name>Alissandra Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05522131876366244505</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/207/4831207.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114127042191701934</id><published>2006-03-02T00:57:00.000-12:00</published><updated>2006-03-01T16:32:27.340-12:00</updated><title type='text'>Num Bosque (Já começou mal pelo título)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/3439/2050/1600/2numbosque.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3439/2050/320/2numbosque.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Tentei achar um ponto positivo nesta montagem, e sinceramente não encontrei. O diretor Francisco de Assis adapta o texto de Ryonosuke Akutagawa (utilizado também no filme Rashomon, de Kurosawa) e monta com a sua “Cia. Círculo da Miragem” uma peça sem méritos.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;A direção é um horror (se é que existiu direção), os atores são todos ruins (não se salva um sequer, mas a culpa disto também é da direção), a iluminação é mal utilizada (criatividade despropositada e utilização de clichês), não existe cenário (o que não seria defeito se a iluminação não fosse tão cheia de vontades), e para findar, a peça consegue tornar um bom texto e uma boa estrutura dramática em algo ridículo que esbarra na comicidade da mediocridade.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais triste é constatar que “Num Bosque” não é um caso isolado, mas sim mais uma das porcarias em cartaz. Diretor que não dirige, atores mal preparados, e textos que quando bons são prejudicados pelo conjunto (apesar de também  a dramaturgia ser no geral muito fraca na maioria das montagens). Arrisco-me a dizer que 70% das produções em cartaz são porcarias da pior espécie e que 30% é água no deserto. Hoje eu voltei para o meu apartamento com sede.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114127042191701934?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114127042191701934/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114127042191701934&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114127042191701934'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114127042191701934'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/03/num-bosque-j-comeou-mal-pelo-ttulo.html' title='Num Bosque (Já começou mal pelo título)'/><author><name>Johnny Kagyn</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AQk4Eyj3N9I/TakJNSU62AI/AAAAAAAAAvY/JudPO_grP9k/s220/IMG_0033.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114126931636705267</id><published>2006-03-02T00:20:00.000-12:00</published><updated>2006-03-01T15:20:36.523-12:00</updated><title type='text'>Fomos ao Teatro e... O Teatro não estava lá!</title><content type='html'>Bem, fomos todos assistir a peça "NUM BOSQUE" no CCSP, texto de Ryonosuke Akutagawa com direção de Francisco de Assis  ( não confundam com Chico de Assis ). &lt;br /&gt;Como eu disse, nós fomos mas o Teatro não compareceu. Não houve teatro! Sim, os atores compareceram, mas não trabalharam. O diretor, acredito eu estava lá, mas sua preocupação estava voltada para as pirotecnias de principiante da iluminação. O que sobra? A DRAMATURGIA? E aí, ela pelo menos deu o ar da graça. Mas você sabe, se um não quer dois não brigam. Neste caso, ninguém, atores e diretor, deu o devido respeito a jóia preciosa que é esse texto. Então nada funcionou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há também que se ter um cuidado especial quando se diz respeito a textos orientais, não que estrutura seja diferente, haja vista os episódios de SONHOS de Akira Kurosawa, o melodrama existe e é de fácil identificação. Mas existe algo de sutil, denso que está entre as palavras. Para os orientais um bosque, não é apenas um emaranhado de cedros e folhagem espalhadas no chão. Um bosque, e esse bosque em específico é o mistério, o segredo, a mística, o frio, o medo da morte e o fim de uma paixão ardente. E o que vimos foi... bem... um lenhador afônico, uma mulher ( estuprada ) risível, um policial saído dos filmes de Chaplin, uma freira que como manipuladora de animais é divina, um amante patético e um assassino James Dean... e o BOSQUE, não passou de efeitos de luz, novamente de principiante, e sons, feitos com a boca dos atores que estavam cena. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa peça onde a chave do mistério é algo que nunca poderá falar, saímos nós, sem fala, sem palmas e com muito o que pensar sobre nossos erros e acertos daqui pra frente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114126931636705267?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114126931636705267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114126931636705267&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114126931636705267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114126931636705267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/03/fomos-ao-teatro-e-o-teatro-no-estava-l.html' title='Fomos ao Teatro e... O Teatro não estava lá!'/><author><name>Alissandra Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05522131876366244505</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/207/4831207.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114129317542412280</id><published>2006-03-01T21:10:00.000-12:00</published><updated>2006-03-02T01:37:09.503-12:00</updated><title type='text'>Num bosque - Fui ver</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ontem fui passear!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Escolhi o figurino, tomei um banho, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;me vesti, recomendei ao filhote que fosse um bom menino pra tia Claudia (minha irmã) e saí correndo pra pegar o ônibus.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Cheguei, entrei na fila, acenei pros amigos que chegaram antes e continuei a leitura (não saio de casa, pra pegar uma fila, sem levar um livro comigo...) Esperei. Paguei meus R$ 1,50 e finalmente pude cumprimentar os amigos e o amigo novo que conheci lá, o Rodrigo. Falamos sobre teatro, e pra variar o tema, sobre livros. Novas leituras dos livros velhos. A Lili com Peter Brook. Alguém disse que "pra ser mulher tem que ter culhão". E também conversamos sobre orkut, seus pecados e valores e Blogs, comentários e a vida pra levar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entramos na sala de espetáculo.&lt;br /&gt;Saímos da sala de espetáculo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rimos, muito. Choramos também. Filosofamos e limpamos o veneninho do canto da boca.&lt;br /&gt;Dividimos os destinos. Quem vai de Metrô, quem vai de carona... Beijos e abraços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu passeio foi ótimo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah! Esqueci de dizer... Era uma peça. Pena que não teve.&lt;br /&gt;Teatro? Eu não vi...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114129317542412280?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114129317542412280/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114129317542412280&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114129317542412280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114129317542412280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/03/num-bosque-fui-ver.html' title='Num bosque - Fui ver'/><author><name>Márcia Nestardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16724676710801705750</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_jC_VzWLPoEU/Sk7GQul90tI/AAAAAAAAAGE/JY1pOz5AFBw/S220/fotosorrindomenorzinha.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114127302880846035</id><published>2006-03-01T16:14:00.000-12:00</published><updated>2006-03-01T16:17:08.816-12:00</updated><title type='text'>Quis ter ido ao Teatro</title><content type='html'>&lt;em&gt;Senhor Ç acordou cedinho como sempre, estava eufórico.&lt;br /&gt;Colocou seu chinelinho de pano.&lt;br /&gt;Preparou um suco, o café, bitucou o cigarro e saiu.&lt;br /&gt;Pegou seu dinheirinho contado e foi a casa de W, o pegou pelo braço, lhe comprou doce, entrou no ônibus.&lt;br /&gt;- Chegou! Gritou exaltado.&lt;br /&gt;- Está vendo aquela fila? Pois bem é ali que compramos os ingressos a preço popular!&lt;br /&gt;Compraram os ingressos.&lt;br /&gt;- Aqui ficamos na fila e esperamos para entrar.&lt;br /&gt;Entraram, ficaram e saíram.&lt;br /&gt;Saíram e saíram.&lt;br /&gt;Senhor Ç nunca mais voltou ao teatro.&lt;br /&gt;O W disse que queria ser ator, nunca chegou a se tornar um. Pois tinha como base a porcaria de teatro que lhe apresentaram.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei agora pouco do TEATRO, digo do CCSP, quis ter ido ao teatro.&lt;br /&gt;Não fui.&lt;br /&gt;Sentei-me e vi uma sessão de improviso na minha frente, mal improvisada.&lt;br /&gt;Atores largados. Será que eles tiveram uma experiência ruim com o teatro?&lt;br /&gt;Diretor. Diretor?&lt;br /&gt;Discordo do Kagyn e da Rocha com relaçao ao texto, não achei nada grandioso, não sei o que tentaram fazer com a adaptação.&lt;br /&gt;Sei das qualidades dos textos orientais e não vi isso lá.&lt;br /&gt;Total demérito desta montagem.&lt;br /&gt;Sim, estou radical em minha crítica, em demasia?&lt;br /&gt;Não.&lt;br /&gt;Pode ser que os atores estava em um mal dia, podem me falar isso. Mas bota mal nisso!&lt;br /&gt;Me recuso a aceitar o convite deles em retornar.&lt;br /&gt;Infelizmente não recomendo.&lt;br /&gt;Voltarei ao teatro por ter necessidade e agora quem não tem esta necessidade vai voltar? E o que é pior sai de sua poltrona achando que o teatro é o que viram e não é.&lt;br /&gt;Volto a dizer quis ter ido ao teatro.&lt;br /&gt;Ah a peça é “Num bosque” Cia Círculo da Miragem e direção ( olha ele aqui) Francisco de Assis, o texto é de Ryonosuke Akutagawa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudio Rosa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114127302880846035?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114127302880846035/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114127302880846035&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114127302880846035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114127302880846035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/03/quis-ter-ido-ao-teatro.html' title='Quis ter ido ao Teatro'/><author><name>Claudio Rosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18266899550782177045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-RZgEVcsIaXE/TY4dKEgxpEI/AAAAAAAAAbw/q9pXkUTEzA4/s220/SUNP0071.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114091111953690867</id><published>2006-02-25T10:41:00.000-12:00</published><updated>2006-03-01T03:54:18.226-12:00</updated><title type='text'>Eu sou aquela</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Como é difícil ser falante no meio de uma trupe de letras. Todos aqui são dramaturgos, ou estão desenvolvendo avidamente seus recursos nesse caminho. Eu sou da cena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivo o conflito de querer eu mesma elaborar a idéia, partir do vazio e chegar ao drama, ao sonho encadeado, bem acabado, mas não sei escrever. Tenho minha mochila repleta de assuntos, imagens e fantasias que, muito mais do que vontade, eu &lt;strong&gt;preciso&lt;/strong&gt; realizar. Mas o texto, a estrutura dramática, o rítmo... Acho que não saberia como.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje estou lendo Pirandello. Seis Personagens a Procura de um Autor. E vou dizer o que quero, o que sinto, recorrendo não exatamente ao dramaturgo, embora a ordenação das palavras seja dele, mas ao personagem O PAI que tenta convencer um diretor a deixar-lhe viver sua vida, seu drama rejeitado por outro autor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"...Nas palavras. Todos trazemos dentro de nós um mundo de coisas: cada qual tem o seu mundo de coisas! E como podemos entender-nos, senhor, se nas palavras que digo, ponho o sentido e o valor das coisas como são dentro de mim, enquanto quem as ouve lhes dá, inevitavelmente o sentido e o valor que elas têm para ele, no mundo que traz consigo?&lt;br /&gt;Pensamos entender-nos... e jamais nos entendemos!..."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja o meu drama não escrito com o qual vou entrar em cena neste momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou a amante. A vagabunda. A outra que mora na casa que ele montou, que pariu os filhos dele, depende do seu dramaturgo. A mulher que é necessária, na efetivação do sonho escrito, embora seja facilmente substituível. Que busca satisfazer seus desejos secretos nas visitas rápidas e recolhe migalhas de vida, afeição, realização que sobram no colchão depois que ele vai embora. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E se me perguntam, porque não larga dele? Digo com um ar entre lascivo e resignado... Por que eu o amo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É essa a minha relação com a dramaturgia: Dependência e paixão. Luxúria e resguardo.&lt;br /&gt;Assim vou vivendo minha arte, fazendo a fila, aceitando a fama de me entregar de corpo e voz a todo dramaturgo que escreva as palavras que minha alma deseja proclamar. Orgulhosamente, eu sou Atriz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114091111953690867?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114091111953690867/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114091111953690867&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114091111953690867'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114091111953690867'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/02/eu-sou-aquela.html' title='Eu sou aquela'/><author><name>Márcia Nestardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16724676710801705750</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_jC_VzWLPoEU/Sk7GQul90tI/AAAAAAAAAGE/JY1pOz5AFBw/S220/fotosorrindomenorzinha.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114089412741065820</id><published>2006-02-25T07:01:00.000-12:00</published><updated>2006-02-25T07:02:07.420-12:00</updated><title type='text'>Kagyn vai ao teatro e conhece Mark Harvey Levine</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/3439/2050/1600/aperitivos.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3439/2050/320/aperitivos.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; Hoje meio que no impulso fui assistir à peça “&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Aperitivos&lt;/span&gt;” em cartaz no Centro Cultural São Paulo. Sou sempre muito exigente com o teatro, o que me faz começar textos como este com frases do tipo “a peça é boa, o que estraga são os atores”, mas seria uma injustiça neste caso. Entretanto, a peça tem como maior trunfo a dramaturgia de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mark Harvey Levine&lt;/span&gt;. Levine mostra total domínio de linguagem em seis peças curtas (O Aluguel, Surpresa, Aperitivos, Super-Herói, Tons e Roteirizado), onde a criatividade e o domínio técnico transparecem. Das seis peças curtas as duas últimas se destacam. Em “Tons” uma mesma situação é repetida seis vezes, mas a cada repetição uma nova perspectiva, um novo ângulo, um novo tom é mostrado até se chegar a resultado conclusivo. Já em “Roteirizado” um alerta um tanto romântico e otimista é dado ao público de forma ao mesmo tempo sutil e brusca. “Roteirizado” por si só vale toda a peça, mas as outras cinco peças curtas também têm inegável qualidade. No mais, a peça tem uma direção relapsa e um conjunto de atores que horas parece que vai, mas que nunca chega ao que poderia ser. Eis uma peça de dramaturgo. Conhecer Mark Harvey Levine vale o ingresso.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114089412741065820?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114089412741065820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114089412741065820&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114089412741065820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114089412741065820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/02/kagyn-vai-ao-teatro-e-conhece-mark.html' title='Kagyn vai ao teatro e conhece Mark Harvey Levine'/><author><name>Johnny Kagyn</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AQk4Eyj3N9I/TakJNSU62AI/AAAAAAAAAvY/JudPO_grP9k/s220/IMG_0033.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114087275926901014</id><published>2006-02-25T01:02:00.000-12:00</published><updated>2006-02-25T01:07:55.910-12:00</updated><title type='text'>Resposta  Experimental e Empírica à pergunta do Dramaturgo</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Kagyn e a todos interessados nesta tal pergunta:&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava eu em pleno feriado de carnaval, 10 da manhã... lendo Peter Brook "Ponto de Mudança" e me deparei com isso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...) é necessário que tudo nele [ o dramaturgo ] - suas técnicas, suas associassões, os segredos mais profundos do seu sobconsciente - esteja virtualmente pronto para ser mobilizado, em ordem rítmica, para atuar como mensageiro, as palavras dele são mensageiras. É assim que a significação cai na rede. As palavras escritas no papel são a rede. (...) É através de uma rigorosa eliminação de todos os ornamentos desnecessários, de todas as inúteis expressões de personalidade, que ele alcança uma forma que é própria, e não é sua."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, minhas conclusões sobre esse pequeno trecho são ainda prematuras mas vale um linha:&lt;br /&gt;Ao dramaturgo cabe o poder de síntese. Transformar mitos e arquétipos ( que não pertencem apenas a ele ) em figuras sintéticas da existência.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114087275926901014?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114087275926901014/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114087275926901014&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114087275926901014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114087275926901014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/02/resposta-experimental-e-emprica.html' title='Resposta  Experimental e Empírica à pergunta do Dramaturgo'/><author><name>Alissandra Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05522131876366244505</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/207/4831207.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114076422702393110</id><published>2006-02-23T18:55:00.000-12:00</published><updated>2006-02-23T18:57:07.030-12:00</updated><title type='text'>O que é ser dramaturgo?</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; Ditar diálogos elaborados por meio de personagens esquemáticos?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Impor idéias através de técnicas milenares?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Distrair um povo cansado através do riso fácil?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Tapear as dores mundanas dando ao público a redenção?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Tapear as dores da alma inventando falsas soluções?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Seria talvez levar a consciência política ao acomodado feliz?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Ser o espelho de seu tempo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Não tenho resposta. Não uma resposta conclusiva e ampla.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Que fique a dúvida. Pois dela nasce o olhar para dentro, para si.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;O que é ser dramaturgo?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114076422702393110?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114076422702393110/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114076422702393110&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114076422702393110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114076422702393110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/02/o-que-ser-dramaturgo.html' title='O que é ser dramaturgo?'/><author><name>Johnny Kagyn</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AQk4Eyj3N9I/TakJNSU62AI/AAAAAAAAAvY/JudPO_grP9k/s220/IMG_0033.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114073004820849851</id><published>2006-02-23T11:29:00.000-12:00</published><updated>2006-02-23T09:29:39.623-12:00</updated><title type='text'>Capítulo das Perguntas</title><content type='html'>Um professor um dia... Não. Mais do que professor, um mestre um dia me pediu para que depois de todos os ensaios, aulas de interpretação, estudos teóricos ou práticas de qualquer natureza, eu fizesse a ele uma pergunta, uma única pergunta. Ou seja, ele me desafiou a transformar meu aprendizado não só no Teatro mas na vida em questionamentos básicos, não aceitar as primeiras impressões de tudo. &lt;br /&gt;Não necessariamente ele me responderia. E foi o que aconteceu, não me lembro dele ter respondido uma pergunta sequer, assim, a queima-roupa, mas lembro-me de eu própria ter ido buscá-las através de portas que ele me apontava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então eu comecei a ter o hábito de mais perguntar do que afirmar, só me achaando no direito de fazer novas perguntas a ele quando as respostas das anteriores já haviam pelo menos sido esboçadas.&lt;br /&gt;E também consegui compreender melhor o que é o aprendizado: é buscar respostas através de pequenas brechas que outras deixaram. &lt;br /&gt;Então quero propôr, como se propõe a um cientista em seu processo investigativo, um Capítulo de Perguntas e se possível ajudar outros questionadores a acharem meias-respostas. Comoço com um questionamento que fiz ultimamente para alguns atoresdurante um teste de seleção, mas e eu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Qual é o meu limite?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114073004820849851?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114073004820849851/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114073004820849851&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114073004820849851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114073004820849851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/02/captulo-das-perguntas.html' title='Capítulo das Perguntas'/><author><name>Alissandra Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05522131876366244505</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/207/4831207.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114065540687550259</id><published>2006-02-22T14:41:00.000-12:00</published><updated>2006-02-24T10:32:49.163-12:00</updated><title type='text'>HAMLET - Diálogo do Texto com as Épocas</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4930/2328/1600/festadasfest.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Segundo Jan Kott, Hamlet funciona como uma esponja: os inúmeros símbolos, imagens e configurações contidas nesta obra, são universais, seus temas políticos como a sucessão do trono, desejo de poder, e intrigas internas no país pode ser facilmente conectadas com o contexto da época elizabetana. Nada é mais certo do que saber que Shakespeare tinha essencialmente os costumes ingleses impressos em suas peças. A cena podia ser Roma, Veneza, Messina, Viena, Atenas, Verona. O faz-de-conta pode se manter vivo por uma pincelada de cores locais aqui e ali, mas os personagens, seus hábitos, suas aparências, e até mesmo suas roupas são extremamente ingleses.&lt;br /&gt;Em Hamlet, as referências à Dinamarca e Noruega não nos engana. Hamlet é um príncipe inglês, a corte de Elsinor é modelada segundo os padrões da corte inglesa. Colocando-me, talvez, como público daquela época, ao ver conselheiros cochichando, embaixadores questionando e opinando sobre a conduta de países estrangeiros, o príncipe me dizendo que o rei está reunido em conselho, e o próprio rei falando sobre "guerra", logicamente não ia pensar na reunião do conselho do rei Christian IV, rei da Dinamarca na época de Shakespeare. Não seria mais natural traduzir toda aquela atmosfera de "estratégias e conspiração", para as reuniões internas da corte da Rainha Elizabeth?&lt;br /&gt;Coloquei tudo isso para apenas levantar uma questão: Será que há algo de podre no reino da Inglaterra? Será Hamlet uma " Ratoeira" na história desse reinado? Sem esquecer que Shakespeare escreveu Hamlet no momento mais sombrio de sua carreira, quando seu patrono e seus amigos foram decapitados ou condenados à prisão perpétua, por alta traição, pela Rainha Elizabeth. Shakespeare, com habilidade, conseguiu permanecer como dramaturgo na corte.&lt;br /&gt;Além disso, a tensão entre o feudalismo e o período renascentista de Shakespeare é equivalente a tensão entre a monarquia e a república, capitalismo e comunismo ou até entre o totalitarismo e o individualismo, e é por isso, talvez, que o texto seja contemporâneo a qualquer época da história do homem. No Brasil, Hamlet foi apresentado pela primeira vez em 1835. Naquela época, havia o sistema monárquico, que representava o "usurpador do trono". Hamlet, com suas dúvidas e insatisfações tinha muito em comum com os primeiros republicanos, ainda vivendo uma fase de pessimismo e devaneio.&lt;br /&gt;Atualmente, alguns cineastas realizaram um filme chamado "Festa de Família", pertencente ao movimento Dogma 95, onde um grupo de artistas dinamarqueses se propôs a realizar novas mudanças estéticas no cinema. A história é básica: num jantar de aniversário do pai da família, segredos sórdidos vão sendo revelados por Christian, filho mais novo. A família que, aparentemente, era um bloco sólido, acaba se desmantelando, a cada nova revelação e comportamento dos três filhos. &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4930/2328/1600/festadasfest.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4930/2328/320/festadasfest.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quando assisti a este filme, logo identifiquei Christian com Hamlet, principalmente, quando o filho finge um descontrole emocional para poder atacar o pai sem que ninguém o agrida. Depois identifiquei no personagem da mãe, a Rainha Gertrudes, que nada sabia, e ainda assim tenta a toda custo manter as aparências, quando a podridão é revelada. Sem falar que o filme começa com uma festa de aniversário e sabemos por comentários que o enterro da filha, irmã gêmea de Christian, tinha acabado de acontecer. Primeiro um enterro, depois uma festa, começa a tortura de Christian e de Hamlet. Outra cena que me recordo é quando a inconveniência do filho ultrapassa a paciência do pai e do irmão que o expulsam de casa a força, o amarram na floresta, achando que se livraram dele. Horas depois, Christian volta, entra na casa e continua insultando o pai e a mãe como se nada tivesse acontecido. Como Hamlet, voltando da Inglaterra.&lt;br /&gt;Coincidência? Não, acho apenas que a lenda de Amleth - O Louco, permanece viva no inconsciente coletivo dos dinamarqueses, e eles não se cansam de contar a história do filho injustiçado pela maldade alheia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114065540687550259?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114065540687550259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114065540687550259&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114065540687550259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114065540687550259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/02/hamlet-dilogo-do-texto-com-as-pocas.html' title='HAMLET - Diálogo do Texto com as Épocas'/><author><name>Alissandra Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05522131876366244505</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/207/4831207.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114062025425661766</id><published>2006-02-22T07:40:00.000-12:00</published><updated>2006-02-22T04:17:03.380-12:00</updated><title type='text'>CNTP</title><content type='html'>O que vem a ser esta sigla "CNTP"? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, em linguagem científica, quer dizer "Condições Normais de Temperatura e Pressão". E para que fim isso se aplica? Relembrando minhas aulas maravilhosas de física e química, toda vez que íamos testar alguma coisa, ou apenas reproduzir as experiências já manjadas do livro, o professor dizia: "Tenham certeza que estamos lidando com a CNTP, ok! Não mudem um dos fatores sequer, senão será uma outra experiência, teremos outros resultados. Alterando a Pressão, a água ferve a menos de 100 graus, alterando a temperatura, as moléculas agem de forma desordenada..." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E isso sempre me intrigou, sob outras condições, a física e a química são totalmente relativas, não podemos obter o resultado exato... é FLUTUANTE, como são minhas reflexões a cerca do mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E são nesses caminhos de alteração das Condições Normais de Temperatura e Pressão que quero experimentar o Teatro, com suas flutuações de energia, variações de humor, descontrole de um sistema complexo, cheio de perspectivas e possibilidades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sintam-se num Laboratório, peguem os compostos químicos e alquímicos que necessitarem, tirem o pó dos microscópios e dos tubos de ensaios e comecem suas tentativas. Mas nunca se esqueçam, se alterarem a CNTP terão resultados impressionantes e inesperados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114062025425661766?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114062025425661766/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114062025425661766&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114062025425661766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114062025425661766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/02/cntp.html' title='CNTP'/><author><name>Alissandra Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05522131876366244505</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/207/4831207.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22837762.post-114062686382816033</id><published>2006-02-22T06:45:00.000-12:00</published><updated>2006-02-22T04:47:43.836-12:00</updated><title type='text'>De Marcia Nestardo</title><content type='html'>"Sempre fui aluna de ciências, lógica e matemática. E também sempre participei de centro acadêmico, ensaiando uma atuação social e inteiração com o coletivo. Além de tirar notonas ainda fazia teatro.&lt;br /&gt;Juntando o pacote todo, eu me achava inadequada. Nem de exatas, nem de humanas, ou sociais... Tudo junto? Não pode.&lt;br /&gt;Hoje desencanei das definições. Amo a arte, desejo a humanidade de cada pequeno universo e continuo vendo a matemática de maneira apaixonada e poética. Bem resolvida com estas questões ainda me alegro e admiro, percebendo que as paixões disformes são mais freqüentes do que eu imaginava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre as CNTP... Jamais consegui executar um experimento, físico ou químico, com resultados 100% precisos. Jamais encenei a mesma peça duas vezes com o mesmo tesão ou a mesma resposta do público. &lt;br /&gt;Aceito o desafio de estudar a complexidade dos sistemas. Vamos analisar as condições para o acontecimento cênico, e sempre que possível, aprender com as variáveis adicionais que transformam o fato teatral em pura magia."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcia Nestardo: atriz e pensadora de teatro&lt;br /&gt;mnestardo@hotmail.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22837762-114062686382816033?l=cntpteatro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cntpteatro.blogspot.com/feeds/114062686382816033/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22837762&amp;postID=114062686382816033&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114062686382816033'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22837762/posts/default/114062686382816033'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cntpteatro.blogspot.com/2006/02/de-marcia-nestardo.html' title='De Marcia Nestardo'/><author><name>Alissandra Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05522131876366244505</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://images3.orkut.com/images/medium/207/4831207.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
